- Gominho, apresentador de 36 anos, descreveu na televisão a reta final do tratamento de Preta Gil, que morreu em 20 de julho, em Nova York, aos 50 anos.
- Preta Gil foi diagnosticada com câncer colorretal em janeiro de 2023, entrou em remissão no final daquele ano e teve recidiva anunciada em agosto de 2024 em quatro locais: dois linfonodos, uma metástase no peritônio e um nódulo no ureter.
- Ele informou que ela cogitou a hipótese de suicídio assistido e interrompeu um tratamento experimental por dez dias após contrair uma infecção, período em que o câncer progrediu.
- De acordo com o relato, o médico disse que não adiantava mais seguir o tratamento, e ela se entregou, fechou os olhos e passou a apenas mover a cabeça; Gominho disse ter chorado por dez dias.
- Em 2025, com os tratamentos convencionais sem resultados, Preta abriu caminho para terapias experimentais nos Estados Unidos.
Preta Gil faleceu aos 50 anos, em 20 de julho, em Nova York, onde recebia tratamento contra um câncer colorretal. A doença, diagnosticada em janeiro de 2023, havia entrado em remissão no fim de 2023 e recidivou em agosto de 2024.
O relato sobre a reta final do tratamento envolve o apresentador Gominho, que descreveu momentos emocionais da amiga. Segundo ele, Preta cogitou a hipótese de suicídio assistido durante a crise, e interrompeu por 10 dias um tratamento experimental após contrair uma infecção.
Gominho disse que, nesse intervalo de 10 dias, o câncer avançou. O médico informou que já não havia benefício no tratamento, momento em que a cantora se entregou. O apresentador descreveu ainda o último encontro, com Preta segurando sua mão e chorando ao se despedir.
Retomada do tratamento no exterior
Conforme o relato, Preta buscou terapias fora do Brasil após tratamentos convencionais e cirurgia. Houve avaliação de opções internacionais, incluindo tratamentos experimentais, com a artista mantendo a esperança diante da doença em recidiva.
Contexto médico e desfecho
A doença voltou a apresentar quatro locais de concentração: dois linfonodos, uma metástase no peritônio e um nódulo no ureter. A trajetória incluiu cirurgias, procedimentos adicionais e buscas por opções terapêuticas em outros países.
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