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Natacha Horana admite interesse político e revela impacto emocional da prisão

Liberta após quatro meses, musa da Gaviões da Fiel afirma que pode concorrer à eleição, desde que questões judiciais se resolvam; pretende defender mulheres e saúde mental

Natacha Horana — Foto: Divulgação
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  • Liberdade após quatro meses de prisão, Natacha Horana, musa da Gaviões da Fiel e ex-bailarina do Faustão, foi presa em novembro de 2024 por acusações de lavagem de dinheiro e suposto envolvimento com organizações criminosas.
  • Ela afirmou ter interesse em ingressar na política e pode concorrer no próximo ano, desde que as questões judiciais sejam resolvidas; afirmou ter sido sondada por um representante de partido.
  • Natacha disse que pretende lutar pelas mulheres e por um debate mais amplo sobre saúde mental, defendendo políticas públicas para cuidado e dignidade.
  • A ex-bailarina está em tratamento para síndrome do pânico, depressão e agorafobia, com acompanhamento médico, terapia e uso de medicamentos, e relatou crises de pânico ainda ocorrentes.
  • Destacou que continua recebendo apoio psicológico e médico, ressaltando que pedir ajuda é sinal de maturidade e que busca seguir com tratamento e hábitos que ajudem a manter a saúde mental.

Natacha Horana, musa da Gaviões da Fiel e ex-bailarina do Faustão, saiu da prisão após quatro meses detida por acusações de lavagem de dinheiro e possível ligação com organizações criminosas. Em liberdade, ela revelou interesse em ingressar na política, condicionando a candidatura à solução de processos judiciais.

Ela afirmou ter sido sondada por um representante de partido para possível disputa no próximo ano, mas deixou claro que ainda não há definição. A decisão depende do andamento das questões legais e de quando tudo estiver resolvido na Justiça.

Além do viés político, Natacha enfatizou propostas de defesa de mulheres e de melhoria da saúde mental. Ela relata tratamento contínuo para síndrome do pânico, depressão e agorafobia, com acompanhamento médico, terapia e uso de medicamentos.

Confinamento e recuperação

A ex-bailarina descreve dificuldades relacionadas ao trauma da prisão, incluindo episódios de pânico e distúrbios do sono. Ela trabalha com psiquiatra e psicólogo, mantendo medicação e terapia para equilibrar o bem-estar.

Horana também ressalta avanços na gestão da ansiedade, reconhecendo sinais de crise e adotando estratégias de respiração. Ela aponta a importância de manter a rede de apoio e o tratamento regular para manter a qualidade de vida.

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