- Ray J mantém acusações de racketeering contra Kim Kardashian e Kris Jenner, afirmando que elas teriam se unido à Vivid Entertainment para difamar o público com uma ação falsa de difamação.
- Ele pediu à Justiça a rejeição do caso, alegando que as acusações de Kim e Kris são “piores” que as envolvendo o rapper Sean “Diddy” Combs.
- Ray J alega fraude de cartão de crédito contra ele e a família, citando uma fatura de $850.000.
- Os nomes de Kardashian, Jenner e Kanye West teriam violado um acordo de $ seis milhões em favor dele, ao longo de anos, segundo o processo.
- Eles teriam vazado a fita sexual de 2007 e acusado Ray J de assédio e extorsão; Ray J responde com contra-ação e acusações adicionais.
Ray J mantém acusações de racketeering contra Kim Kardashian e Kris Jenner, afirmando que as duas teriam conspirado com a Vivid Entertainment para difamar o artista com uma ação judicial falsa. O autor de Sexy Can I descreve violação recorrente de RICO em documentos jurídicos obtidos pela imprensa.
Segundo Ray J, as acusações de fraude do grupo vão além da difamação e incluem suposta fraude de cartão de crédito e extorsão contra ele e sua família, num total estimado de 850 mil dólares. Os defensores de Kardashian, Jenner e Ray J não comentaram imediatamente.
A defesa solicitou à Justiça a rejeição do caso, sob a alegação de que as acusações seriam parte de uma manobra de entretenimento público para prejudicar o artista. Anteriormente, Kardashian e Jenner moveram ação por difamação contra Ray J em outubro.
Histórico e desdobramentos
A controvérsia remonta a 2007, quando houve divulgação da sex tape de Ray J e Kim Kardashian. Em resposta, Ray J apresentou contraprovas em 2004, contestando o papel de Jenner, Kardashian e Kanye West na veiculação e nos termos de acordos.
O acordo anterior alcançou cerca de 6 milhões de dólares, com cláusula de não menção pública da fita. Ray J sustenta que o acordo foi violado quase imediatamente após a assinatura, e que seus representantes não teriam oferecido condições justas.
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