- Cristiane Amorim, atriz baiana de cinquenta e três anos, mora no Rio de Janeiro há mais de duas décadas e ganhou destaque como Carmem em Êta Mundo Melhor.
- Ela contou que resistiu a neutralizar o sotaque nordestino, dizendo ter sido alvo de preconceito e xenofobia no meio artístico.
- A artista afirma buscar estabilidade profissional e sonha com a casa própria, criticando o favorecimento de famosos sem talento.
- Ao longo da carreira, atuou em Cordel Encantado, Joia Rara e Amor Perfeito, tendo iniciado na UFBA em mil novecentos e noventa e dois.
- O convite para Êta Mundo Melhor veio da diretora Amora Mautner; Cristiane diz que pretende explorar desde comédia até drama e vilania, mantendo o sotaque.
Cristiane Amorim, atriz baiana conhecida por Carmem na novela Êta Mundo Melhor, fala sobre a persistência do preconceito de sotaque no meio artístico e a busca por estabilidade profissional. Ela afirma ter resistido à ideia de neutralizar o sotaque para conquistar oportunidades, mantendo o sotaque nordestino em cena.
A atriz, que vive no Rio de Janeiro há mais de duas décadas, revelou que o desafio de carreira segue presente. Ela destaca que, apesar de ter atuado em novelas como Cordel Encantado, Joia Rara e Amor Perfeito, o mercado ainda favorece a visibilidade de famosos, muitas vezes em detrimento de talentos consolidados.
Cristiane relembra o início da história na Êta Mundo Melhor, em que deu vida a uma falsa vidente. Ela aponta que o preconceito com o sotaque nordestino é xenofobia e ressalta que o Brasil é multicultural, o que deveria privilegiar a diversidade.
Sotaque e trajetória profissional
Além de defender o sotaque, Cristiane comenta sobre a instabilidade da profissão. Ela afirma ter visto colegas avançarem por meio de atalhos, enquanto talentos autênticos enfrentam portas fechadas e trabalhos intermitentes no audiovisual.
Sonhos e prioridades
A atriz diz sonhar com a casa própria e com maior estabilidade na carreira. Ela mostra interesse em evoluir para papéis de maior destaque, sem ficar dependente da volatilidade do mercado, e reforça a necessidade de reconhecimento sem abrir mão de sua identidade artística.
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