- Andressa Urach comentou o suposto vídeo de incesto com o filho de 20 anos em entrevista ao programa Em OFF, da Jovem Pan.
- A proprietária do conteúdo afirmou que as duas pessoas seriam ator e atriz, comparando a cena a um filme da Netflix.
- Questionada se o vídeo é real, ela disse que existe conteúdo adulto e que, para assistir, é preciso acessar a plataforma.
- Nesta segunda-feira, ela lançou a própria plataforma de conteúdo adulto, Andressa Urach Vídeos, dizendo que as regras de outras plataformas não fazem sentido.
- A Privacy proíbe incesto em seus termos; a empresa já faturou mais de R$ 7 milhões com vídeos eróticos.
Andressa Urach voltou a comentar a polêmica envolvendo um suposto vídeo de conteúdo adulto com o filho, Arthur, de 20 anos. Em entrevista ao programa Em OFF, da Jovem Pan, ela minimizou as críticas e comparou a situação a um filme disponível em plataformas de streaming.
A modelo afirmou que existe um vídeo de conteúdo adulto envolvendo as duas pessoas mencionadas e que o acesso ocorre por meio de uma plataforma. Ela descreveu a cena como se fosse uma produção cinematográfica entre dois adultos, sem detalhar a veracidade.
Questionada sobre a legalidade do suposto material, Urach alegou que, segundo a lei brasileira, o incesto não configura crime. Ela condicionou qualquer reação a questões de abuso ou violência para casos de menor de idade ou de decisão não consensual.
Nova plataforma de conteúdo adulto
Na mesma linha de defesa, Andressa Urach anunciou o lançamento de uma plataforma própria, a Andressa Urach Vídeos, anunciada nesta segunda-feira. A criadora disse que o objetivo é evitar regras de outras plataformas que, segundo ela, dificultam a produção sem oferecer apoio.
A empresária justificou o empreendimento citando “regras que não fazem sentido” e a falta de valorização de criadores. Através do canal, ela pretende trabalhar com liberdade para criar conteúdos sem filtros, segundo declarações feitas na divulgação.
O canal já opera em meio a diretrizes da Privacy, plataforma na qual Urach já faturou mais de 7 milhões de reais com venda de vídeos eróticos. Os termos de uso proíbem conteúdos que aludam ao incesto, bem como violência, material escatológico e falta de consentimento.
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