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Microdosagem de LSD em garrafas de Spritz em festas de celebridades

Sprays de LSD para microdosagem aparecem em festas de celebridades, com frascos a US$ 200, sinalizando nova tendência de bem‑estar em Hollywood

Hollywood icon Cary Grant was known to indulge in LSD at the height of his fame.
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  • Em festas da indústria, surgiram garrafas de spray na entrada, usadas para microdosar LSD, com relatos de uma ou duas borrifadas por vez.
  • O LSD tem história em Hollywood, com referências que vão de Cary Grant aos anos 1950; a droga foi criminalizada em 1968.
  • O produto é chamado “Unicorn Spray” e custa cerca de $200 por frasco; usuários dizem usar para manter o foco e o ânimo no dia a dia, sem causar uma “trip” intensa.
  • Além do LSD, há menção de combinação de MDMA e cogumelos em gummies como microdose em círculos de pais influentes em Los Angeles.
  • Há sinais de alerta sobre o consumo recreativo: casos históricos de overdoses e dependência de outras drogas, lembrando que a indústria já enfrentou abusos e tragédias.

Um relato de bastidores aponta que em uma festa de uma empresa de comediante de peso, à entrada havia dois garçons com frascos spritz misteriosos. Os sprites, segundo a fonte, eram usados para microdosar LSD, via spray de um ou dois jatos por pessoa.

A matéria ressalta que Hollywood tem histórico com o ácido desde 1938, quando foi criado. Chega a mencionar Cary Grant, que teria feito centenas de viagens com LSD na década de 1950, e episódios anteriores de uso médico antes da proibição de 1968.

O texto cita que o LSD em spray, apelidado de Unicorn Spray, estaria à venda por cerca de 200 dólares a garrafa. Descreve ainda relatos de uso para manter o dia a dia, pareando com atividades como cuidar de crianças ou reuniões sociais.

Contexto histórico

Relatos históricos citados incluem o período pré-hippie com médicos de LA que teriam prescrito lysergic acid, e a virada cultural que se intensificou com a proibição. A matéria recua às primeiras menções de uso por figuras públicas e médicos da época.

Práticas atuais e controvérsias

Fontes descrevem o que seria uma nova fronteira no consumo de psicodélicos, com sprays destinados a um microdosar diário. A narrativa compara o LSD a modas anteriores, como cogumelos, usados em contextos de bem-estar e terapêuticos, sem impulsionar grandes deslocamentos de estado.

Outras informações mencionam ainda bebidas com MDMA ou cogumelos em gomas combinadas como microdoses, segundo relatos de executivos da indústria. A pauta aponta a presença de um nicho de pais urbanos que buscam mudar o humor e a energia.

Observações sobre o cenário

A matéria cita reportagens anteriores sobre uma retomada de interesse em psicodélicos em Los Angeles, com guias de terapias guiadas e serviços de ketamina e psilocibina. Também menciona casos de abuso e overdoses ligados a drogas na indústria.

A publicação reforça que se trata de relatos de bastidores, sem confirmação de participação de nomes específicos em todos os casos. Em várias passagens, a narrativa busca contextos históricos e tendências culturais, sem caracterizar situações como legais ou amplamente aceitas.

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