- Olivia Colman disse em entrevista que se identifica como não binária e “um homem gay”, ao falar sobre sua relação com a comunidade LGBTQIA+.
- Ela afirmou que gosta de fazer parte dessa comunidade e se sente honrada em ser recebida por ela.
- A atriz explicou que, ao longo da vida, teve momentos em que se viu não totalmente feminina, sem usar esse rótulo como título definitivo.
- Colman enfatizou que sempre descreve a si mesma ao marido, Ed Sinclair, como “um homem gay”, e ele entende a referência.
- No filme “Jimpa”, Colman interpreta uma cineasta que viaja com a filha não binária (Frances) para visitar o avô gay (Jim) em Amsterdã.
Olivia Colman comentou, em entrevista, sobre a própria percepção de identidade de gênero, afirmando se sentir não binária e semelhante a um homem gay em certos aspectos da vida. A atriz falou sobre sua relação com a comunidade LGBTQIA+ durante a divulgação do filme Jimpa.
Aos 52 anos, a ganhadora do Oscar destacou que o que mais a atrai na comunidade é a forma como histórias de afeto costumam ser mais calorosas e profundas. Ela também ressaltou a importância de se sentir acolhida nesse universo, sem rotular excessivamente sua própria identidade.
Colman descreveu que, ao longo da vida, já teve debates com pessoas sobre gênero, reconhecendo que nem sempre se reconhece plenamente dentro dos traços tradicionais de feminino. Em relação ao marido, Ed Sinclair, afirmou que ele entende e recebe bem essas falas sobre identidade.
Jimpa: trama e elenco
O filme Jimpa acompanha uma diretora de cinema que viaja com sua filha adolescente não binária até Amsterdã para visitar o avô, um homem homossexual. O elenco envolve Aud Mason-Hyde e John Lithgow, com Colman no papel central.
Na produção, Colman interpretou uma cineasta que trabalha com temas LGBTQIA+ e que tem uma filha não binária, o que a obrigou a conviver com dinâmicas familiares complexas. A obra levanta questões sobre aceitação, identidade e vínculos geracionais.
Colman explicou que, apesar de ter uma relação heterossexual fora do set, sua vida pessoal envolve forte conexão com a comunidade queer. Ela sinalizou que há paralelos entre a experiência da personagem e suas próprias vivências, ainda que com nuances diferentes.
O filme “Jimpa” é apresentado como parte de uma abordagem de storytelling que foca em diversidade de identidades. A produção é uma parceria entre estúdios independentes e distribuidores especializados, com destaque para a representação de jovens não binários na tela.
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