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Marcelo revela pânico diário após BBB 26

Marcelo, quinto eliminado do BBB 26, revela crises de ansiedade no confinamento e traça planos na medicina e na arte, com sonho de ajudar na África

Marcelo — Foto: Globo/Beatriz Damy
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  • Marcelo foi o quinto eliminado do BBB 26, com 68,56% dos votos, na disputa contra Solange Couto e Samira, na terça-feira (17).
  • Em entrevista à Quem, ele falou sobre crises de ansiedade no confinamento e que a exposição foi uma forma de libertação.
  • O médico disse ter interesse em seguir na área artística e culinária, mas enfatizou que a formação médica continua sendo prioridade; Sonha em ir à África para atuar como médico, dependendo da estabilidade da família.
  • Reforçou a importância da relação com os pais e a irmã e revelou que quase todos os dias acordava com pânico; também comentou dúvidas sobre a própria sexualidade e o receio de preconceito.
  • Sobre o jogo, reconheceu que poderia ter se posicionado melhor, e revelou torcida para a final incluindo Chai, Bre, Boneco, Babu, Juliano e Ana Paula.

Marcelo foi o quinto eliminado do BBB 26, após disputa com Solange Couto e Samira, recebendo 68,56% dos votos na votação da terça-feira, 17. Em entrevista à Quem, gravada nos bastidores da Rádio Globo, nesta quinta-feira, ele abriu balanço sobre a participação no programa e revelou seus próximos passos.

Natural de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, o médico diz que a convivência no confinamento teve impactos importantes. Ao falar sobre o que vem pela frente, ele aponta o interesse por áreas artísticas e culinárias, mantendo a medicina como prioridade. O sustento da família também norteia suas decisões futuras.

O ex-BBB descreve a experiência como transformadora e diz ter encarado crises de ansiedade diante das câmeras. A peça central foi a exposição de vulnerabilidades, inclusive em relação à sexualidade, tema ainda delicado para ele. Marcelo afirma ter visto a participação como uma forma de libertação.

Crises de ansiedade e pânico

Marcelo relata que quase todos os dias acordava com pânico, ansiedade e angústia durante o confinamento. O relato busca explicar o impacto emocional da experiência e a tentativa de lidar com a pressão da exposição pública. O médico também comenta a preocupação com preconceitos que afetam a comunidade LGBTQIA+ no Brasil.

Ele lembra que a pressão social dificultou a comunicação de suas alianças no jogo. Ao refletir sobre o desempenho, afirma que poderia ter se posicionado com mais clareza, o que poderia ter alterado a percepção do público sobre seu papel no grupo.

Autocrítica e jogo

O ex-participante reconhece erros estratégicos, incluindo a ausência de comunicação firme sobre suas escolhas. Diz que, embora tenha dialogueado com diferentes lados dentro da casa, não consolidou posição pública clara. O resultado foi a sensação de estar em cima do muro aos olhos do público.

Marcelo ainda relata que o formato do reality exige equilíbrio entre sentimento e estratégia. Na prática, ele admite ter seguido intuiciones que não foram plenamente aproveitadas, o que, segundo ele, prejudicou a leitura de jogo pelos telespectadores.

Futuro com Breno e pódio

Entre memórias afetivas, ele cita a parceria com Breno Corã, com quem protagonizou o primeiro beijo da edição. A relação é descrita como autêntica, construída ao longo do programa. Ao sair, Marcelo recebe apoio do público e aguarda reencontros para discutir próximo passos.

Sobre a final, o médico aponta possibilidades e revela torcida. Entre os favoritos, ele cita Chai, Bre, Boneco, Babu, Juliano e Ana Paula. A seleção reflete a admiração por jogadores com potencial, carisma e consistência nas suas trajetórias.

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