- Solange Couto teve falas polêmicas no BBB 26, incluindo acusações de transfobia, sugestão de que uma participante seria fruto de estupro e ataques a Ana Paula Renault.
- A Globo teria minimizado a repercussão das declarações, enquanto Tadeu Schmidt comentou sobre a “bronca” a outros participantes, sem tratar diretamente o caso de Solange.
- Morena Mariah, filha de Solange, fez um desabafo público afirmando que não é porta-voz da mãe e reiterando seu histórico de defesa de vítimas e direitos humanos.
- Morena explicou que não usará o episódio para atacar a mãe nem promover revitimização, destacando a importância de não alimentar o ódio e reconhecendo a gravidade das falas.
- Ela disse que não vai comentar o BBB no momento, pediu respeito, e informou que tomará medidas legais contra ataques, mantendo o vínculo com a família e cobrando limites.
Em 26 de outubro, dentro do Big Brother Brasil 26, Solange Couto gerou polêmicas com uma sequência de falas consideradas problemáticas. Os comentários estavam em tom pejorativo, incluindo uma insinução sobre o tema estupro e ataques a uma participante, gerando reação nas redes. A Globo não promoveu confrontos ao vivo para debater as falas.
A repercussão ganhou ainda mais destaque após a filha de Solange, Morena Mariah, se posicionar publicamente. Ela afirma não atuar como porta-voz da mãe nem administra as redes sociais do elenco familiar e reforça sua trajetória em defesa de vítimas.
Morena ressalta que não pretende transformar o episódio em embate público. Ela reconhece a gravidade das falas, condena a violência de gênero e aponta que o ativismo dela sempre buscou proteger crianças e adolescentes, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Repercussões e posicionamentos
A filha de Solange reforça que não há apoio à exposição de sua vida pessoal e que não vai responder a imprensa sobre o assunto no momento. Ela critica a tentativa de revitimização e pede respeito aos sobreviventes de violência.
No ambiente externo ao confinamento, a resposta nas redes sociais aponta para uma cobrança de responsabilidade editorial da emissora e do apresentador do programa, com críticas à minimização de falas polêmicas. Usuários destacam a importância de tratar o tema com rigidez.
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