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Billy Idol afirma que fumar crack ajudou a largar heroína

Billy Idol diz ter fumado crack para deixar o heroin, afirmando que funcionou; trecho destacado no documentário sobre a vida do músico

Billy Idol performs live in concert at the Hammerstein Ballroom in Manhattan on Sept. 10, 2003.
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  • Billy Idol disse, em entrevista, que fumar crack o ajudou a abandonar a heroin, e afirmou que funcionou.
  • A declaração foi feita durante o programa Club Random with Bill Maher, e faz parte do contexto do documentário Billy Idol Should Be Dead.
  • O músico relembrou uma overdose quase fatal em 1984, em Londres, após retornar aos EUA para celebrar o sucesso do álbum Rebel Yell.
  • Também contou que um acidente de motocicleta em 1990 quase o fez perder a perna e o levou a recusar um papel em Terminator.
  • Atualmente, Idol se classifica como “California sober” e não usa cocaína há cerca de vinte anos, consumindo maconha de vez em quando.

Billy Idol revelou, em entrevista recente, que usou crack para abandonar o heroin, afirmando que a estratégia funcionou. A declaração ocorreu durante participação no programa Club Random with Bill Maher. A história integra o documentário Billy Idol Should Be Dead, que estreia com foco na vida do artista.

O roqueiro de 70 anos detalha uma trajetória marcada por riscos. Ele afirmou ter enfrentado uma dependência de drogas, além de acelerar o ritmo com uso de drogas durante a ascensão na indústria musical. O relato também aborda episódios de perigo no dia a dia, como dirigir em velocidade excessiva.

Em abril de 2025, Idol falou à Associated Press sobre o estilo de vida ligado ao rock and roll e a dependência de substâncias. O músico relatou que, ao comparar o passado com o presente, reconhece ter sobrevivido a situações que poderiam ter terminado de forma trágica, inclusive pela possibilidade de enfrentar fentanyl hoje.

Trajetória e crises

Segundo o documentário, Idol viveu uma fase na qual boa parte de seu comportamento explosivo era mantido longe do olhar público. O guitarrista Steve Stevens comentou que a relação com a desordem foi explorada na produção, revelando a gravidade de seus hábitos na época.

Idol transferiu-se para os Estados Unidos em 1981 para seguir a carreira solo após deixar a banda Generation X, no Reino Unido. O período foi marcado pelo aumento do consumo de drogas e pela proximidade de um incidente grave de overdose em 1984, durante retorno a Londres para comemorar o sucesso do segundo álbum Rebel Yell.

Na entrevista, o artista descreve um momento em que amigos teriam feito uma série de ações para salvá-lo quando ele quase perdeu a vida. O relato inclui episódios de desmaio durante uso de heroína, com consequências graves para a saúde.

Recuperação e visão atual

Idol afirmou que não se injetou heroína com frequência, preferindo inalar a droga. Em relação ao estilo de vida, ele também mencionou um acidente de moto em 1990 que quase resultou na perda da perna e influenciou decisões profissionais, como recusar um papel em uma sequência de O Exterminador.

O músico disse que hoje se considera em um estado de sobriety conhecido como California sober, adotando uso moderado de substâncias em alguns momentos. O documentário traça a mudança de comportamento ao longo dos anos e a percepção de que ainda está vivo graças a escolhas feitas após a crise.

O filme estreou no Tribeca Festival em 10 de junho e teve lançamento amplo em 26 de fevereiro, conforme divulgação associada ao projeto. Ao longo do material, o artista relata a percepção de ter aproveitado a vida com mais prudência, sem deixar de manter a essência de sua carreira.

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