- Fausto Silva, fora da TV desde maio de 2023, já realizou quatro transplantes desde agosto de 2023 e segue em atividade nos bastidores da emissora.
- Ele está envolvido em um processo milionário movido pelo Ecad, órgão que gerencia direitos autorais de músicas, contra a Band.
- O Ecad cobra da Band R$ 78,4 milhões a serem repassados, com a cobrança fixada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo para pagamento em quinze dias.
- Segundo a coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, o Ecad afirma que a Band não efetua os repasses desde 2020, incluindo obras em programas esportivos e no Faustão na Band (2022-2023).
- A Band contesta a cobrança, dizendo que o valor é injusto para a emissora, e afirma que a cobrança está fora da realidade.
Fausto Silva, o Faustão, permanece fora da TV desde maio de 2023, após deixar a Band. O apresentador passou por quatro transplantes entre 2023 e 2024, conforme informações divulgadas pela imprensa. A vida pública dele passou a ocorrer com menos frequência nos últimos meses.
A Justiça está envolvida em um caso entre o Ecad e a Band. O Ecad, órgão que administra a arrecadação de direitos autorais de músicas em emissoras, cobra R$ 78,4 milhões da Band. A cobrança envolve reproduções em programas esportivos e no quadro Faustão na Band (2022-2023).
Segundo o Ecad, a Band não realiza repasses desde 2020. A cobrança foi estipulada pela Justiça de São Paulo com prazo de pagamento de 15 dias, a partir de agosto de 2024. A Band contesta a cobrança, afirmando que houve distorção do montante e questionando o procedimento.
A coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, avaliou que o órgão sustenta a inadimplência desde 2020. Músicas executadas em programas relacionados a Faustão teriam ficado sem pagamento. A Band afirmou que as exigências são inadequadas para a realidade da emissora, mantendo o recurso administrativo e judicial.
No tema da saúde, Faustão permanece afastado das telas, mantendo atividades nos bastidores da TV. As informações sobre o estado de saúde apontam quatro transplantes ao longo de 2023 e 2024, com aparições públicas cada vez mais restritas. A atenção, neste momento, recai sobre o andamento jurídico envolvendo a Band e o Ecad.
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