- Jamie Lee Curtis, aos 67 anos, participou do episódio do programa IMO com Michelle Obama e Craig Robinson e falou sobre a “fakery” de Hollywood, redes sociais e filtros.
- A atriz disse que o envelhecimento é natural e que cirurgias plásticas a fizeram se sentir fraudada, questionando a real solução para autoestima.
- Ela criticou o ciclo de promessas de que aparência melhora amor e sucesso, chamando o setor cosmecêutico de predador financeiro.
- Curtis destacou que, mesmo já tendo feito procedimentos, a autoestima não é resolvida externamente e que aceitar a própria aparência é parte do amor próprio.
- Ela relembrou uma sessão de fotos de 2002 para a More, em que posou sem filtro, para evidenciar que imagens não refletem a verdade e que a autoconfiança não depende da aparência.
Jamie Lee Curtis discutiu pressões de Hollywood e os padrões de beleza durante a participação no episódio de quarta-feira do podcast IMO com Michelle Obama e Craig Robinson. A atriz de 67 anos falou sobre o que chama de fakery da indústria e sobre como o envelhecimento impacta a carreira e a autoestima.
Ela argumentou que o problema vai além de Hollywood, envolvendo tecnologia, redes sociais e filtros cada vez mais usados para moldar imagens. Segundo Curtis, o conjunto de fatores se assemelha a um ciclo de marketing voltado a vender uma ideia de perfeição.
A artista disse que as cirurgias plásticas a fizeram se sentir fraudada e que procedimentos estéticos não resolvem questões internas. Ela reforçou que a autoestima não depende de mudanças externas, destacando a importância da aceitação de quem se é.
Curtis comentou ainda que nunca ocupou o espaço de beleza tradicionalmente considerado “lindo” e que, mesmo assim, aprendeu a valorizar a própria imagem. Segundo ela, a autenticidade e o amor-próprio caminham lado a lado com envelhecimento.
Ela relembrou uma experiência de 2002, quando posou para a More magazine usando apenas lingerie, sem maquiagem ou iluminação, como parte de uma reflexão sobre a honestidade da indústria. A jornalista descreveu a experiência como reveladora.
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