- Shane Gillis citou o jantar de Chelsea Handler na casa de Jeffrey Epstein em Nova York, em 2010, durante o especial The Roast of Kevin Hart, parte do festival Netflix Is a Joke 2026.
- O comediante mencionou que no jantar estavam poucas pessoas, entre elas o Príncipe Andrew e Woody Allen, segundo ele, e pediu que “pesquisassem” artigos sobre o assunto.
- Chelsea Handler respondeu no palco com uma piada dizendo que o episódio parecia “To Catch a Predator” e chamou o elenco do evento de “um Who’s who de estupradores estatutários”.
- O material do roast conectou o jantar de Handler a Epstein ao mencionar a ilha particular e o jato dele, temas citados na apresentação.
- O Departamento de Justiça divulgou mais de 3 milhões de páginas de documentos envolvendo Epstein, destacando que ter sido citado nos papéis não comprova crime; Handler já disse não ter ido à ilha nem ao avião.
Um episódio do festival Netflix Is a Joke levou a participação de Chelsea Handler e Shane Gillis ao centro de uma polêmica. Durante o special de Kevin Hart, Gillis fez menções a um jantar de Handler na mansão de Jeffrey Epstein em Nova York.
O fato ocorreu no final de semana, quando os comediantes integram a programação do festival, gravado para o streaming. Gillis apresentou Handler no palco e comentou o jantar de 2010, que envolve Epstein, segundo a apresentação do comediante.
Gillis afirmou que o encontro ocorreu com um reducido grupo de pessoas, incluindo figuras ligadas aos círculos de Epstein. As falas do apresentador geraram repercussão durante o show, que faz parte da série de comédia da Netflix.
Após o segmento, Handler respondeu no palco com comentários que remetiam ao histórico de Epstein, ressaltando que havia encontros anteriores com o empresário, sem detalhar situações específicas.
O episódio reaviva discussões sobre a relação de figuras públicas com Epstein e a circulação de informações sobre visitas a propriedades do empresário. Documentos do Departamento de Justiça, divulgados recentemente, mencionam visitas ao destino e ao jet particular, sem confirmar ilegalidades.
Autoridades destacaram que estar citado nesses documentos não comprova conduta criminosa, reforçando o caráter informativo das revelações. A discussão ganhou espaço nas redes e em veículos de entretenimento desde o fim de semana.
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