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Luanda Vieira lança livro sobre experiências de mulher preta na comunicação

Jornalista Luanda Vieira lança Nada é definitivo, relato sobre burnout, autoaceitação e resistência de uma mulher preta no universo da comunicação

Luanda Vieira — Foto: Mauro Figa
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  • Luanda Vieira lança seu primeiro livro, Nada é definitivo: Toda mudança requer coragem, pela Fontanar, com preço de R$ 59,90.
  • A obra revisita episódios da vida da jornalista e influenciadora, incluindo o burnout que afetou sua saúde mental.
  • O livro nasceu a partir da newsletter Vamos Falar de Amor e traz memórias transformadas em tema universal de autoconhecimento.
  • Como mulher preta e integrante da comunidade LGBTQ+, ela aborda preconceitos, violência e a necessidade de mudar narrativas, destacando o medo do julgamento.
  • A capa é assinada pela artista Fernanda Santos; a autora planeja novos lançamentos, incluindo ficção, fortalecendo a trajetória de escritora.

Luanda Vieira lança seu primeiro livro, Nada é definitivo: Toda mudança requer coragem, pela Fontanar, por R$ 59,90. A obra revisita episódios da vida da jornalista e influenciadora para tratar de mudanças, saúde mental e superação.

A publicação acompanha o percurso de Vieira desde a tentativa de ser bailarina em Nova York até o burnout que abriu espaço para novas escolhas. O livro também reflete sobre a relação entre carreira, autoconhecimento e bem-estar.

A autora, aos 31 anos, já era uma profissional reconhecida no jornalismo de moda, quando precisou fazer uma pausa para tratar questões de saúde e autoconhecimento. O processo de escrita durou três anos, com períodos de interrupção.

Vieira ressalta que a obra busca ser empoderadora, mas sem perder o tom íntimo. A narrativa aborda preconceitos e violências vividas por uma mulher preta LGBTQ+, refletindo sobre como não validar a experiência diante de críticas.

A autora explica que a trajetória de terapia e de transparência com o público ajudou a sustentar a veracidade das histórias. Mesmo sem citar nomes, há situações identificáveis de conflitos no meio, segundo ela.

O livro não é apenas sobre dor; ele transmite cura, perseverança e a visão de que é possível reconstruir a vida após obstáculos. A obra inaugura uma série de lançamentos, incluindo possíveis títulos de ficção.

Sobre a edição e a capa

A capa, criada pela artista Fernanda Santos, busca comunicar moda, posição social e estética. Vieira afirma que quis fugir de estereótipos, mantendo sofisticação, potência e beleza na apresentação.

A publicação recebeu foco na importância da representatividade e na contundência de uma narrativa que amplia o debate sobre saúde mental, raça e identidade. A obra já está disponível para compra.

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