- Bia Bonemer, filha de Fátima Bernardes e William Bonner, revelou insegurança na adolescência em entrevista à Quem para divulgar o videocast Cá Entre Nós.
- Ela contou que repetia dentro de casa uma frase para fortalecer a autoestima: “eu não tô bonita, eu sou bonita”.
- A frase era uma brincadeira familiar, mas serviu como exercício para treinar o cérebro e melhorar a autoestima.
- A mãe ficou surpresa ao descobrir o real motivo por trás da resposta da filha, entendendo que era um método de autoconfiança.
- Bia disse que, no passado, era mais fechada emocionalmente e que hoje consegue falar de inseguranças com tempo e amadurecimento.
Bia Bonemer, filha de Fátima Bernardes e William Bonner, revelou em entrevista à Quem que enfrentou inseguranças na adolescência. Ela contou ter transformado esse momento em um exercício pessoal para fortalecer a autoestima, segundo a divulgação do videocast Cá Entre Nós, apresentado com a mãe.
A revelação ocorreu durante a conversa sobre autoestima. A jovem explicou que, em casa, repetia uma afirmação positiva até acreditar nela. A ideia era treinar o cérebro para reconhecer sua própria beleza, o que, com o tempo, ganhou significado mais profundo do que uma simples brincadeira de família.
Fátima Bernardes ficou surpresa ao entender o real objetivo da prática. Ela disse que, na época, interpretou como uma improvisação, mas reconheceu que era um método de autodesenvolvimento da filha para se fortalecer. O tom da relação entre as duas foi descrito pela apresentadora como próximo, porém Bia era mais reservada.
A jornalista também confirmou que a filha tinha dificuldade de expor sentimentos quando havia problema. Segundo Bia, essa dinâmica mudou com o tempo e o amadurecimento. O relato aponta que, na adolescência, ela não falava sobre inseguranças até que as situações já estavam resolvidas.
Aos relatos atuais, Bia afirmou que a possibilidade de falar sobre inseguranças está relacionada ao tempo. Ela explicou que, há mais de dez anos, não conseguia se expor enquanto vivia o problema; hoje, quando está bem, reconhece o que passou e se sente mais à vontade para compartilhar.
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