- Erika Jayne fechou, dias antes do julgamento, uma ação de falência de US$ 25 milhões; o valor do acordo não foi divulgado.
- A ação foi movida pelo síndico do caso de falência do antigo escritório de Tom Girardi, marido da apresentadora.
- O processo acusa gastos superiores a US$ 25 milhões em cartão American Express, com transferências para EJ Global LLC, empresa de Jayne, da qual ela é única proprietária.
- O síndico afirma que Jayne tinha conhecimento de que as despesas eram pagas pelo escritório de Girardi Keese e pediu ressarcimento com juros.
- Tom Girardi foi condenado a sete anos e três meses de prisão por fraude; Jayne disse não ter visitado o ex-marido na prisão.
Erika Jayne chegou a um acordo em processo de falência no valor de 25 milhões de dólares, poucos dias antes do início do julgamento. A ação, movida pelo administrador da massa falida da antiga firma Girardi Keese, envolve gastos pessoais financiados com a empresa do ex-marido da celebridade, Tom Girardi.
Segundo documentos apresentados pela defesa do autor da ação, o acordo foi feito após várias conversas entre advogados, com pedido de dispensa sem prejuízo. O montante do acordo não foi informado publicamente.
A ação foi movida em agosto de 2021. O processo envolve despesas consideradas pagas pela empresa do marido de Jayne, com pagamentos de cartões, assistentes e equipe de glamour, supostamente transferidos para EJ Global LLC, de propriedade exclusiva de Erika Jayne.
Detalhes do acordo e contexto
O tribunal recebeu relatos de que Jayne assinou declarações fiscais e comprovantes de gastos, sendo apontada como ciente das despesas financiadas pela firma falida durante mais de uma década. A defesa de Jayne afirmou que a processo merece exame cuidadoso e questionou a fundamentação da nova versão dos fatos.
Tom Girardi, ex-dono da Girardi Keese, cumpre pena de prisão por fraude, com sentença de sete anos e três meses. Jayne permanece desligada do convívio direto com o marido, que iniciou a prisão no ano passado.
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