- A viúva Sharon Osbourne e o filho Jack anunciaram, na Licensing Expo em Las Vegas, planos de criar um holograma de Ozzy Osbourne movido a IA para interagir com fãs em tempo real.
- O objetivo é que o holograma reproduza a voz, a personalidade e os trejeitos do cantor falecido, respondendo como se fosse ele.
- O projeto é desenvolvido pela família Osbourne com apoio de empresas como Proto Hologram e Hyperreal, que cuidará da tecnologia de avatares digitais.
- A Sony Pictures trabalha em uma cinebiografia do artista para os cinemas em 2028, e uma exposição em Birmingham permanece em cartaz até o fim de setembro.
- A proposta gera reações diversas, com debates sobre ética e efeito de hologramas de artistas falecidos na relação com o público.
A família de Ozzy Osbourne anunciou o desenvolvimento de um holograma movido a IA para manter vivo o legado do cantor. O projeto, apresentado na Licensing Expo, em Las Vegas, envolve a viúva Sharon Osbourne e o filho Jack Osbourne. O holograma permite interação em tempo real com fãs, simulando voz, personalidade e trejeitos do artista.
Segundo os Osbournes, o objetivo é oferecer respostas na voz de Ozzy, com interação multilingue para clientes nos EUA e no Reino Unido. A tecnologia permite criar conteúdos com a aparência do vocalista, mantendo a autenticidade para campanhas publicitárias e encontros com fãs.
A iniciativa é liderada pela parceria entre a família Osbourne, a empresa Proto Hologram e a Hyperreal, que já trabalharam em outros hologramas de celebridades. O projeto utiliza DNA digital autenticado para evitar uso indevido de imagens ou sons.
Ozzy Osbourne faleceu no ano passado, aos 76 anos, após uma carreira marcada por reinvenção. Ainda em cinema e exposições, a Sony Pictures prepara uma cinebiografia com estreia prevista para 2028, e a mostra Working Class Hero permanece em cartaz até setembro no Birmingham Museum and Art Gallery.
A tecnologia da IA promete permitir que fãs conversem com o holograma de Ozzy como se estivessem diante dele, incluindo a possibilidade de contato visual. A empresa afirma que o sistema opera em tempo real, não sendo apenas um vídeo em loop.
Entidades parceiras destacam que o projeto não usa varredura da internet nem dados não autorizados. O objetivo é oferecer uma experiência autêntica, com respostas que reflitam o que Ozzy poderia dizer diante de diferentes situações, mantendo o respeito ao legado da carreira do artista.
A reação do público tem sido mista, variando entre entusiasmo e ceticismo. Alguns críticos lembram a necessidade de respeitar o descanso dos falecidos, enquanto outros veem potencial de inovação no relacionamento entre fãs e artistas. A discussão sobre IA e celebridades falecidas acompanha o setor.
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