- Mackenzie Phillips revelou que, durante as gravações de One Day at a Time, ela e Valerie Bertinelli costumavam ir para a casa de Phillips, entrar na piscina, beber vinho e usar cocaína durante o intervalo de almoço.
- Phillips afirmou que Bertinelli já falou abertamente sobre esse período, e que a diferença é que ela tinha um tipo de dependência que Bertinelli não tinha.
- As duas eram estrelas adolescentes na comédia que ficou no ar de 1975 a 1984, com Julie Cooper e Barbara Cooper, respectivamente, e mantiveram a amizade após a série.
- A recuperação, a fé e a resiliência são apontadas por Phillips como pilares para seguir em frente e, hoje, ajudar outras pessoas na área de dependência.
- Ela também abordou questões de trauma familiar, dizendo que houve anos de sofrimento com seu pai e que a compreensão sobre consentimento mudou com o tempo e a recuperação.
Mackenzie Phillips confirmou ter revelado detalhes de um período turbulento de sua carreira na série One Day at a Time. A atriz, hoje com 66 anos, disse à Fox News Digital que, durante o intervalo de almoço das gravações, ela e Valerie Bertinelli, então jovem estrela, participavam de atividades de alto consumo de álcool e cocaína, dentro do contexto do set.
Phillips explicou que Bertinelli já havia falado publicamente sobre esse momento, o que ajudou a entender a situação sem sensacionalismo. A atriz afirmou que a diferença de dificuldades entre elas existia, com Barth Bertinelli lidando de modo diferente com o consumo de substâncias.
O casal de colegas de elenco tornou-se figura pública por seu papel como irmãs na sitcom CBS, que ficou no ar entre 1975 e 1984. Phillips interpretou Julie Cooper, enquanto Bertinelli deu vida a Barbara Cooper, e a amizade entre as duas permaneceu relevante após o fim do programa.
Em entrevistas anteriores, Phillips destacou a evolução da relação ao longo dos anos e o impacto da dependência em momentos da convivência nos bastidores. Ela relembrou tentativas de manter contato durante períodos de sobriedade, mesmo quando a distância emocional era maior.
Hoje, Phillips atribui parte de sua resiliência à fé e à perspectiva adquirida com o tempo. Ela também comentou que não vê sentido em sentir pena de si mesma, enfatizando que as experiências difíceis contribuíram para moldar quem é hoje.
Além da atuação, a artista tem trabalhado em recuperação e acolhimento de dependência, atuando como conselheira e gerente em centros de tratamento. Em entrevistas, destacou que encontrar um propósito é essencial para dar continuidade à sua trajetória de recuperação.
Phillips também manteve a relação com Bertinelli como uma referência pessoal estável, celebrando a longevidade da amizade com mensagens públicas de apoio. A trajetória da dupla é utilizada por ela para ilustrar a importância de redes de suporte em processos de recuperação.
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