- Billy Eichner quase deixou a vida artística em 2009, depois de uma década buscando sucesso em Hollywood; Joan Rivers o convenceu a continuar, em entrevista à Page Six.
- Quatro anos antes, em 2005, houve grande burburinho após um artigo elogioso no jornal The New York Times, com agentes dizendo que ele iria estrear em TV com o próprio programa em seis meses.
- Rivers, que ele conhecia há anos, o convidou para jantar e o incentivou a seguir, dizendo ter visto nele uma energia única.
- Em 2010, seu primeiro vídeo viralizou, e em 2011 o programa Billy on the Street ganhou destaque.
- O ator e comediante lança o audiolivro Billy on Billy; o livro também homenageia seus pais e Joan Rivers, que morreu em 2014.
Billy Eichner revelou que quase deixou a vida artística após uma década tentando alcançar o estrelato em Hollywood, mas foi convencido a continuar graças a Joan Rivers. A declaração foi feita ao Pages Six em entrevista exclusiva para promover seu novo audiobook Billy on Billy.
Quatro anos antes desse momento de virada, Eichner recebeu grande repercussão com um artigo no New York Times, que alimentou rumores de que iria ganhar um programa próprio na TV em seis meses, segundo o comediante.
Ele contou que ficou apreensivo com dinheiro e contas a pagar, o que o levou a buscar Rivers. A comediante o convidou para jantar e bebidas, momento em que o estimulou a manter o esforço, ressaltando a energia única de Eichner. A decisão de continuar foi tomada naquele período, em 2009, resultando no primeiro vídeo viral em 2010 e no bom desempenho de Billy on the Street a partir de 2011.
Caminho que Rivers ajudou a abrir
Eichner disse acreditar que Rivers enxergou potencial nele por trajetórias semelhantes, incluindo origem em Nova York e o tom irreverente. A mentora, que saiu de cena após falecer em 2014 aos 81 anos, foi a primeira comediante a ver o seu trabalho ao vivo ainda na infância, o que ele cita como marco da relação profissional.
Legado e continuidade da carreira
O texto destaca que Eichner acabou co-escrevendo e atuando no filme Bros, de 2022, e que a história retratada em seu audiobook também presta homenagem aos pais, Debbie e Jay Eichner, que o apoiaram ao longo da trajetória. As falas sobre Rivers aparecem como parte das lembranças dele a respeito de quem o incentivou a perseverar na indústria.
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