- Kenny Chesney disse que não quer dizer aos ouvintes em quem votar e que não é seu papel discutir politics publicamente.
- Ele fez o comentário durante participação no podcast Club Random de Bill Maher.
- Chesney afirmou que existe um ego associado a celebridades e que é preciso evitar achar que se pode influenciar o voto das pessoas.
- Maher concordou que entrevistas de celebridades sobre política podem ter efeito oposto ao desejado, servindo como escape para o público.
- O tema da influência de artistas na política foi discutido junto a menções a Taylor Swift e a críticas de Maher à retórica política de celebridades.
Kenny Chesney afirmou em entrevista ao podcast Club Random, de Bill Maher, que não pretende guiar o voto de seus fãs. O cantor foi questionado sobre a ideia de celebridades influenciarem escolhas políticas e disse que prefere não indicar por quem votar.
Chesney explicou que não vê o papel dele como artista em atividades políticas públicas. Em várias ocasiões, ele já deixou claro que o palco deve ser um espaço de escape, não de persuasão, e que a decisão sobre voto deve ficar a cargo do público.
Maher, por sua vez, reconheceu a diversidade de temas abordados em seu programa e mencionou que pode discutir assuntos políticos com diferentes convidados. O diálogo também trouxe a lembrança de que celebridades costumam polarizar fãs ao defender posições políticas.
O cantor ressaltou que, mesmo diante de críticas ou de expectativas de influenciar o eleitorado, não se sente na posição de orientar a opinião dos ouvintes. Segundo Chesney, falar sobre política de forma pública pode ter efeito contrário ao desejado, afastando parte do público que busca entretenimento.
A discussão também abordou o papel das personalidades públicas durante campanhas e eleições. Ambos concordaram que a influência de artistas é complexa e nem sempre beneficia a compreensão do público sobre política.
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