- *Code Vein II* amplia o antecessor com combate mais flexível, mundo aberto e uma história de viagem no tempo em que o jogador, com a companheira Lou, busca os cinco heróis em seus cascos para impedir a Ressurgência.
- a narrativa é independente: não é preciso jogar o primeiro game para entender este; o elenco inclui personagens como Zenon Gryfgote e a figura de liderança Lavinia Voda, com arco de empoderamento de Lou.
- sistemas de jogo: Formae (attacks especiais), que consomem Ichor; ataques de dreno para recarregar Ichor; Blood Codes (classes) com Boosters para personalização; acompanhar um único aliado o tempo todo sem custo.
- mundo aberto com dungeons e missões secundárias que ajudam a ficar mais forte, mas com repetição de cenários e pouca variedade de inimigos; problemas de performance em PS5 Pro, com pop-in e quedas de frame.
- o jogo funciona como ponto de entrada acessível entre Soulslike e JRPG, oferecendo ritmo mais suave, porém com falhas técnicas e design de pouco conteúdo de inimigos.
Code Vein II chega para ampliar a mistura entre JRPG e Soulslike, em um retorno que prioriza acessibilidade sem abandonar a mecânica de ação desafiadora. A análise, publicada pelo Kotaku, aborda a evolução do original e o que ficou até aqui, em parceria com a Bandai Namco. O foco é descrever o que acontece, quem está envolvido e por quê, sem opinar de forma pessoal.
O jogo se passa em um futuro pós-apocalíptico, onde a Ressurgência desencadeia monstros conhecidos como Horrors. Cinco heróis se sacrificaram para selá-la; no presente, esses selos enfraquecem, e os Revenants precisam viajar no tempo para alterar destinos. Lou, companheira de viagem temporal, guia o avanço pela aventura aberta.
Code Vein II funciona como título standalone, sem exigir o jogo anterior para compreensão da narrativa. A história se desenrola através de cocôons de heróis, encontros no mundo aberto e batalhas que revelam itens sentimentais ao retornar ao presente. A conclusão de cada arco chega com uma luta contra o herói da respectiva linha temporal.
Personagens e narrativa
Lou evolui ao longo da trama, questionando o impacto de interferir no passado, enquanto Lavinia Voda, líder do grupo, alerta para consequências não intencionais. A equipe de heróis inclui Zenon Gryfgote, apresentado como um personagem carismático e visualmente marcante, que adiciona humor ao tom da história. A atuação dos figuras auxiliares contribui para a coesão do enredo.
Mecânicas de jogo
O título traz mais opções de combate, com um sistema de Formae que consome Ichor para ataques especiais. A recuperação de Ichor depende de ataques drenantes realizados via Jail equipado. O conjunto de movimentos permite ritmo agressivo de combate e momentos cinematográficos, semelhante a um game de ação com núcleo Soulslike.
Progresso e progressão de personagens
Blood Codes funcionam como classes, cada uma com vantagens específicas para parry, HP ou outros atributos. A personalização se amplia com Boosters, que concedem habilidades passivas desbloqueadas ao dominar cada Blood Code. A combinação entre Codes, Formae e Boosters oferece variedade de estilos de luta.
Mundo aberto e exploração
Code Vein II adota uma estrutura de mundo aberto, com exploração que funciona como ponte entre batalhas e progressos de história. O jogador pode escolher caminhos alternativos entre arcos de heróis, adquirindo experiência e fortalecendo o personagem para enfrentar fases futuras. A diversidade de dungeons é boa, embora ofereça menos criatividade em inimigos em comparação aos chefões.
Desempenho e aspectos técnicos
A análise aponta problemas de desempenho em determinados trechos, especialmente durante exploração rápida, com vegetação surgindo repentinamente no PS5 Pro. A câmera pode dificultar leituras de ataques de chefes em lutas maiores, exigindo ajustes de posicionamento.
Conclusões
Code Vein II apresenta uma proposta que une Soulslike e JRPG de forma acessível, oferecendo mundo aberto, combate estratégico e narrativa marcante. As falhas de performance e a repetição de dungeons são pontos a considerar. O jogo é visto como uma porta de entrada para quem quer iniciar no gênero, sem abandonar o estilo característico da série.
Entre na conversa da comunidade