- Mario Tennis Fever chegou ao Switch 2 por R$ 70,00 e é destaque como um jogo de tênis com menos novidade.
- O destaque fica para o modo campanha, que dura cerca de três horas e envolve Mario e outros personagens virando bebês para enfrentar um monstro.
- As cutscenes são estáticas e pouco animadas; os duelos e minijogos são curtos e não trazem muitas novidades.
- Um elemento novo são as raquetes que criam efeitos (fogo, gelo, lama, eletricidade), mas o jogo não aprofunda o suficiente cada uma delas.
- O modo torneio é o mais elogiado, com séries de partidas contra NPCs até chegar à final; há ainda modos online, que funcionam, mas não oferecem grandes opções, recomendando-se aguardar promoção ou optar pelo Mario Tennis Aces usado.
Mario Tennis Fever chega ao Switch 2 com a promessa de reviver a série de esportes da Nintendo, mas entrega uma experiência pouco inspirada. O modo campanha é curto e repetitivo, e o conjunto de modos adicionais fica pelo caminho, de forma pouco marcante. O preço de lançamento, 70, é questionável diante da proposta.
A campanha solo funciona como tutorial e narrativa não envolvente. Mario, Luigi e outros personagens viram bebês após serem atacados por um monstro, buscando retornar à idade adulta em meio a partidas de tênis. As cutscenes são estáticas e pouco dinâmicas.
As partidas e minijogos de tênis aparecem entre as cenas, mas são curtos e sem grandes novidades. Um elemento novo são as raquetes que criam efeitos como fogo e gelo, porém o jogo não aprofunda seu uso nem permite domínio rápido antes de seguir para outra etapa.
O sistema de progressão é pouco perceptível: ao longo da campanha os personagens sobem de nível, porém não há controle sobre quais atributos evoluem e não há conteúdo paralelo que aproveite essa evolução. O desfecho é uma sequência de diálogos sem movimento.
Fora da campanha, há modos variados com qualidade entre mediana e aceitável. Existem desafios de pontuação, modo de treino local com até quatro jogadores e opções com controle de movimento, porém limitado a algumas raquetes especiais. Em resumo, não há alternativas relevantes ao estilo Wii Sports.
O modo torneio é, de fato, o mais sólido. Envolve enfrentamentos com NPCs em séries de partidas que culminam na grande final, mantendo o foco no essencial: jogar tênis. Mesmo assim, a experiência não compensa a proposta geral do jogo.
Há ainda jogo online, que funciona, mas não apresenta opções particularmente atrativas. O título oferece apenas o básico de multiplayer online, sem novidades expressivas para justificar o investimento.
Em conclusão, Mario Tennis Fever entrega o mínimo necessário para uma nova edição da franquia, mantendo o senso de novidade apenas pela marca. Quem busca uma experiência de tênis mais envolvente talvez prefira opções anteriores ou aguardar promoções.
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