Peter Copping fez sua estreia como diretor artístico da Lanvin em Paris, apresentando uma coleção que homenageia Jeanne Lanvin. Em uma carta aos convidados, Copping destacou que a coleção é “profundamente pessoal”, refletindo a essência do guarda-roupa da fundadora da grife. Os vestidos drapeados, cetim torcido e veludos bordados resgataram o legado da marca, além […]
Peter Copping fez sua estreia como diretor artístico da Lanvin em Paris, apresentando uma coleção que homenageia Jeanne Lanvin. Em uma carta aos convidados, Copping destacou que a coleção é “profundamente pessoal”, refletindo a essência do guarda-roupa da fundadora da grife. Os vestidos drapeados, cetim torcido e veludos bordados resgataram o legado da marca, além de elementos do trabalho de Alber Elbaz, que também deixou sua marca na maison.
Copping, que já foi diretor criativo da Nina Ricci e Oscar de la Renta, possui vasta experiência na indústria da moda, tendo colaborado com nomes como Marc Jacobs e Demna Gvasalia. Sua visão para a Lanvin busca unir o passado e o presente, criando uma conexão entre a tradição da marca e as necessidades contemporâneas. A coleção foi bem recebida, destacando-se pela elegância e inovação.
O desfile, que ocorreu em um ambiente sofisticado, contou com a presença de diversos convidados da indústria da moda, que puderam apreciar as criações que misturam modernidade e referências clássicas. A apresentação foi marcada por uma atmosfera de celebração, refletindo a nova fase da Lanvin sob a direção de Copping.
Com essa estreia, a Lanvin se posiciona novamente como uma referência no cenário da moda, prometendo novas coleções que continuarão a explorar a rica herança da marca. A expectativa é alta para os próximos desfiles e a evolução do trabalho de Copping à frente da grife.
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