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Constance destaca vinhos de qualidade em sua renomada cave na ilha Maurício

- O grupo Constance possui uma cave com 25 mil garrafas de vinhos renomados. - O sommelier Jerôme Faure destaca a acessibilidade dos preços dos vinhos. - A formação de sommeliers locais tem impulsionado o conhecimento sobre vinhos. - Vinhos sul-africanos ganham popularidade, especialmente após a pandemia. - A adaptação ao clima local influencia a escolha e percepção dos vinhos.

O grupo Constance, conhecido por seus luxuosos hotéis em ilhas do Oceano Índico, possui uma impressionante cave no Prince Maurice, em Maurício, com 25 mil garrafas de vinhos renomados. A seleção inclui champanhes como Salon, bourgognes de prestigiados produtores e vinhos de destaque como Clos Rougeard e Grange des Pères. O diretor de compras e […]

O grupo Constance, conhecido por seus luxuosos hotéis em ilhas do Oceano Índico, possui uma impressionante cave no Prince Maurice, em Maurício, com 25 mil garrafas de vinhos renomados. A seleção inclui champanhes como Salon, bourgognes de prestigiados produtores e vinhos de destaque como Clos Rougeard e Grange des Pères. O diretor de compras e sommelier chefe, Jérôme Faure, enfatiza que a intenção do grupo não é apenas lucrar, mas valorizar o vinho como uma experiência gastronômica.

Faure destaca o vinho de Constance, da África do Sul, como um de seus favoritos, especialmente os vinhos liquoreux. O grupo promove o “sweet friday”, onde sommeliers apresentam vinhos doces. Os preços na cave são surpreendentemente acessíveis, com opções como um Chablis Vaillons 2022 a € 110 e um Puligny-Montrachet 1er cru 2013 a € 189. A estratégia de compra direta dos produtores na França, evitando intermediários, permite oferecer esses preços competitivos.

O transporte dos vinhos é feito em containers refrigerados, o que garante a qualidade, ao contrário de muitos vinhos que são enviados em condições inadequadas. O custo de transporte é de aproximadamente € 1,50 por garrafa, além de taxas de importação em Maurício. Faure aplica um coeficiente de 2 a 3 sobre o custo, mantendo os preços estáveis, o que torna os vinhos mais antigos especialmente atraentes.

Os clientes em Maurício, incluindo muitos franceses e sul-africanos, demonstram um crescente interesse por vinhos, especialmente os da África do Sul, que têm ganhado destaque. Faure observa que a Syrah se destaca no clima local, e que a demanda por vinhos franceses, especialmente da Bourgogne, continua forte, apesar dos preços elevados. Ele também menciona que a evolução dos estilos bordaleses, com vinhos mais refinados, tem sido bem recebida, mesmo em um clima tropical onde a frescura é essencial.

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