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Robô transforma a produção de vinhos do Porto com inovação tecnológica

Ramos Pinto inova com robô para pisa das uvas e ovelhas nos vinhedos, visando produção orgânica até 2031. Conheça as mudanças no vinho do Porto.

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As casas de vinhos do Porto, que têm uma história que começou no século XVII, estão se modernizando. Jorge Rosas, CEO da Ramos Pinto, trouxe inovações tecnológicas e sustentáveis, como um robô que pisa as uvas e o uso de ovelhas para limpar os vinhedos, com o objetivo de tornar a produção totalmente orgânica até 2031. A tradição do vinho do Porto começou quando se adicionou aguardente aos vinhos para preservá-los durante as viagens. A produção é controlada pelo Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, garantindo qualidade. Rosas, que cresceu na região do Douro, está transformando a vinícola, que pertence ao grupo francês Louis Roederer desde 1990. Com um investimento de 14 milhões de euros, a vinícola desenvolveu um robô que mantém a qualidade do vinho ao reproduzir a pressão humana. Embora a pisa a pé ainda represente metade da produção, a falta de mão de obra levou à adoção da tecnologia. Além do robô, a vinícola criou um corredor para facilitar o transporte das uvas, que ainda são colhidas manualmente. As máquinas movidas a gasolina foram trocadas por elétricas, reduzindo a emissão de CO2. Durante o inverno, o trabalho é feito por ovelhas anãs, que ajudam a manter o solo limpo. Rosas afirma que não usa herbicidas há 14 anos e que parte da propriedade já segue práticas biodinâmicas. Ele acredita que cuidar do solo é importante para as futuras gerações. As garrafas dos vinhos mais envelhecidos estão sendo levemente modificadas para serem mais leves, reduzindo a emissão de CO2 no transporte. A especialista em vinhos Jancis Robinson apoia essa campanha. Rosas também sugere usar taças de vinho branco para apreciar melhor os aromas do Porto.

As casas de vinhos do Porto, com uma tradição que remonta ao século XVII, continuam a evoluir. Jorge Rosas, CEO da Ramos Pinto, introduziu inovações tecnológicas e sustentáveis, como um robô para a pisa das uvas e o uso de ovelhas para a limpeza dos vinhedos, com a meta de tornar a produção totalmente orgânica até 2031.

A história do vinho do Porto começou quando a aguardente vínica foi adicionada aos vinhos para preservá-los durante as longas viagens marítimas. O produto, fortificado, ganhou o nome da cidade de Porto, de onde era exportado. A produção é rigorosamente controlada pelo Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), garantindo a qualidade e autenticidade do vinho.

Rosas, que cresceu na região do Douro, tem liderado a transformação da Ramos Pinto, que faz parte do grupo francês Louis Roederer desde 1990. Com um investimento de 14 milhões de euros, a vinícola desenvolveu um robô que realiza a pisa das uvas, mantendo a qualidade do vinho ao reproduzir a pressão e o ritmo humanos. Atualmente, a pisa a pé ainda representa 50% da produção, mas a escassez de mão de obra levou à adoção da tecnologia.

Inovações Sustentáveis

Além do robô, a vinícola implementou um corredor entre os vinhedos para facilitar a mecanização do transporte das uvas, que continuam a ser colhidas manualmente. As roçadeiras movidas a gasolina foram substituídas por elétricas, reduzindo a emissão de CO2. Durante o inverno, o trabalho é feito por ovelhas anãs, que ajudam a manter o solo livre de ervas daninhas.

Rosas destaca que a vinícola não utiliza herbicidas há 14 anos e que parte da propriedade já opera com práticas biodinâmicas. Ele enfatiza a importância de cuidar do solo para as futuras gerações, afirmando que os vinhos que produz hoje serão consumidos muito tempo depois de sua morte.

Mudanças também estão ocorrendo nas garrafas dos vinhos mais envelhecidos da Ramos Pinto, que estão sendo levemente modificadas para reduzir o peso e, assim, a emissão de CO2 durante o transporte. A campanha é apoiada por Jancis Robinson, uma renomada especialista em vinhos. Rosas também recomenda o uso de taças de vinho branco para apreciar melhor os aromas do Porto, em vez das tradicionais taças pequenas.

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