A Vinícola Maturano, em Teresópolis, vai abrir ao público em outubro e planeja produzir 320 mil garrafas de vinho por ano. A vinícola já cultiva 29 hectares com uvas como Syrah, Cabernet Franc e Malbec, e está testando 11 novas variedades. A sócia Manuela Maturano quer criar vinhos que representem o terroir da região. Além da vinícola, haverá um hotel com 61 quartos e um condomínio com 206 terrenos. A enóloga Monica Rossetti destaca que a produção de vinhos na área é nova e que a Cabernet Franc é promissora. A vinícola também vai introduzir a uva Maturano, nativa da Itália, para criar vinhos únicos. A expectativa é que o local se torne um destino turístico, oferecendo também queijos e mel da região.
Em sua segunda colheita, a Vinícola Maturano, localizada em Teresópolis, se prepara para abrir ao público em outubro. O empreendimento, que busca elaborar vinhos que reflitam o terroir da Serra Fluminense, planeja produzir 320 mil garrafas anualmente. Além da vinícola, um hotel e diversas atrações turísticas estão em desenvolvimento.
Atualmente, 29 hectares estão cultivados com variedades como Syrah, Cabernet Franc, Sauvignon Blanc, Malbec e Merlot, além de 11 variedades em teste. A sócia Manuela Maturano destaca que o objetivo é criar vinhos de qualidade internacional, que representem o Brasil e sua região. “Queremos que nosso vinho fale o que o terroir de Teresópolis diz”, afirma.
O projeto inclui um hotel com 61 quartos, um heliponto e um condomínio com 206 terrenos. A vinícola também investe em tecnologia, utilizando equipamentos de alta qualidade para garantir a excelência na produção. Marcelo Maturano, responsável pelo projeto, enfatiza que a vinícola usará apenas uvas próprias, com uma expectativa de 55 a 60 mil garrafas para este ano.
Inovação e Sustentabilidade
A enóloga Monica Rossetti ressalta que a produção de vinhos em Teresópolis é recente e que o sistema de dupla poda ainda está em desenvolvimento. Ela observa que a região possui potencial para produzir vinhos de qualidade, com destaque para a Cabernet Franc, que tem se mostrado promissora.
A vinícola também introduzirá a uva Maturano, nativa da região do Lazio, na Itália. As mudas chegarão em breve, permitindo a criação de vinhos únicos. “Estamos criando algo que ainda não foi visto no Brasil”, afirma Manuela. A expectativa é que a vinícola se torne um polo de turismo e gastronomia, unindo a produção de vinhos a outras delícias da região, como queijos e mel.
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