Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasil se destaca no cinema com “Ainda Estou Aqui” e o papel do seguro na produção

- Fernanda Torres é a primeira brasileira a ganhar o Globo de Ouro de Melhor Atriz. - O filme "Ainda Estou Aqui" já atraiu mais de 3 milhões de espectadores. - O seguro cinematográfico cobre danos e não comparecimento de atores, essencial para produções. - Custos de seguro variam entre 0,75% e 2% do orçamento, podendo chegar a R$ 200 mil. - A crescente visibilidade do cinema brasileiro pode atrair mais investimentos e crescimento.

A conquista de Fernanda Torres no Globo de Ouro, com o filme “Ainda Estou Aqui”, representa um marco histórico, sendo a primeira vez que uma brasileira recebe o prêmio de Melhor Atriz. O longa, que já atraiu mais de 3 milhões de espectadores e busca uma vaga no Oscar, evidencia o talento nacional em um […]

A conquista de Fernanda Torres no Globo de Ouro, com o filme “Ainda Estou Aqui”, representa um marco histórico, sendo a primeira vez que uma brasileira recebe o prêmio de Melhor Atriz. O longa, que já atraiu mais de 3 milhões de espectadores e busca uma vaga no Oscar, evidencia o talento nacional em um cenário global. Para que produções como essa cheguem às telonas, é essencial um planejamento cuidadoso e a proteção adequada, destacam especialistas.

O filme, com um orçamento superior a R$ 8 milhões, conta com uma estrutura robusta de gestão de riscos, onde o seguro cinematográfico é crucial. Gisele Christo, diretora executiva da corretora MDS Brasil, explica que a apólice oferece segurança patrimonial e jurídica desde a pré-produção, cobrindo danos materiais e corporais a terceiros, além de facilitar o crédito e aumentar a credibilidade junto a patrocinadores.

Mauricio Masferrer, da seguradora Allianz, ressalta que as apólices podem proteger figurinos, cenários e equipamentos, mas não cobrem certas situações, como a ausência de um ator devido a doenças preexistentes. Existe, no entanto, uma cobertura específica para não comparecimento, que garante a continuidade das filmagens em caso de morte ou lesão do ator designado.

Os custos do seguro cinematográfico variam entre 0,75% e 2% do orçamento da produção. Em um projeto de R$ 10 milhões, o seguro pode custar até R$ 200 mil. Bruno Amorim, da Eventseg, destaca que os limites de cobertura variam de R$ 1 milhão a R$ 15 milhões, dependendo do perfil da produção. Apesar da crescente profissionalização do setor, apenas 14% das obras nos últimos dois anos foram brasileiras, indicando um potencial de crescimento. A visibilidade de prêmios como o Globo de Ouro pode atrair mais investidores, tornando o seguro uma ferramenta estratégica para a indústria cinematográfica.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais