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Atriz Valentina Herszage clama por mais narrativas brasileiras no cinema

- Valentina Herszage interpreta Veroca na série "Ainda Estou Aqui", abordando memória. - A atriz pediu mais histórias brasileiras no cinema, criticando a falta de narrativas. - Ela destacou a metáfora do Alzheimer da personagem Eunice como crítica social. - Valentina se emocionou ao ler o livro de Marcelo Rubens Paiva, que inspirou o filme. - A fala dela reflete a necessidade de resgatar memórias esquecidas da sociedade brasileira.

Valentina Herszage, que interpreta Veroca em “Ainda Estou Aqui”, enfatizou a necessidade de trazer mais histórias brasileiras para o cinema, que frequentemente são negligenciadas. Em entrevista ao podcast Traz a Pipoca, a atriz afirmou: “A gente é muito acostumado a ver filmes americanos, contar as histórias deles, mas agora a gente precisa tomar as rédeas […]

Valentina Herszage, que interpreta Veroca em “Ainda Estou Aqui”, enfatizou a necessidade de trazer mais histórias brasileiras para o cinema, que frequentemente são negligenciadas. Em entrevista ao podcast Traz a Pipoca, a atriz afirmou: “A gente é muito acostumado a ver filmes americanos, contar as histórias deles, mas agora a gente precisa tomar as rédeas das nossas narrativas. O Brasil às vezes é um país que faz questão de esquecer”.

Herszage expressou sua emoção ao ler o livro de Marcelo Rubens Paiva, que inspirou o filme. Ela destacou que a obra aborda temas relevantes, como o Alzheimer da personagem Eunice, interpretada por Fernanda Torres. “Quando li o livro do Marcelo, muito antes de saber que teria o filme, o que mais me chamou atenção foi a questão do Alzheimer da Eunice”, comentou.

A atriz ressaltou a força da metáfora presente na história, que reflete sobre a trajetória de uma mulher que contribuiu significativamente para o Brasil, mas que, ao mesmo tempo, enfrenta a perda de memória. Herszage observou que isso se relaciona com a memória curta do país, que tende a esquecer suas próprias narrativas e conquistas.

Por fim, Valentina concluiu que a história de Eunice é apenas uma das muitas que foram deixadas de lado, reforçando a importância de resgatar essas narrativas para que o Brasil possa reconhecer e valorizar sua própria história.

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