Manu Chao se apresentou em um show “ultra acústico” no Kingston Club, no Rio de Janeiro, para um público de mais de quatrocentas pessoas, com ingressos esgotados rapidamente. Durante o evento, o artista compartilhou histórias sobre seu instrutor de boxe, que reside em Belo Horizonte, e sua trajetória musical, que inclui a formação da banda […]
Manu Chao se apresentou em um show “ultra acústico” no Kingston Club, no Rio de Janeiro, para um público de mais de quatrocentas pessoas, com ingressos esgotados rapidamente. Durante o evento, o artista compartilhou histórias sobre seu instrutor de boxe, que reside em Belo Horizonte, e sua trajetória musical, que inclui a formação da banda Mano Negra nos anos 1980. Chao, que se afastou da mídia, optou por um formato mais intimista em sua atual turnê, ao lado do músico argentino Matias Giliberto.
O repertório do show incluiu músicas de seu álbum mais recente, *Viva Tu*, e clássicos como *Me Gustas Tu* e *Clandestino*. A performance foi marcada por momentos de interação com o público e uma forte carga política, com referências a temas sociais e culturais da América Latina. O artista, que mantém um estilo de vida recluso, foi visto fugindo do assédio dos fãs com um capuz, uma técnica que já utilizou em outras ocasiões.
Após os shows no Rio, Manu Chao seguiu para o Ceará e, posteriormente, para a Bahia, onde participou da Lavagem do Bonfim. Ele também se apresentou em Lisboa e planeja uma turnê pela Índia. Chao, que possui uma forte conexão com a América Latina, continua a explorar novas paisagens e experiências, mantendo sua essência de “viajeiro” e sua aversão a compromissos fixos.
Entre na conversa da comunidade