A escolha de quem interpretaria James Bond em “Casino Royale”, de 2006, foi um desafio significativo, com muitos atores realizando testes para o icônico papel. Recentemente, alguns desses testes foram disponibilizados em um canal no YouTube, oferecendo uma visão intrigante do que poderia ter sido. Entre os candidatos estava Antony Starr, conhecido atualmente por seu […]
A escolha de quem interpretaria James Bond em “Casino Royale”, de 2006, foi um desafio significativo, com muitos atores realizando testes para o icônico papel. Recentemente, alguns desses testes foram disponibilizados em um canal no YouTube, oferecendo uma visão intrigante do que poderia ter sido. Entre os candidatos estava Antony Starr, conhecido atualmente por seu papel como Homelander em “The Boys”. Em seu teste, ele recita uma cena do roteiro de “GoldenEye”, mas em um ambiente inusitado: uma cama de hotel. A performance, marcada por expressões exageradas e gestos peculiares, não impressionou, mas se destaca entre as gravações disponíveis.
Na época, Starr era relativamente desconhecido, tendo participado da série neozelandesa “Mercy Peak”. Sua popularidade cresceu com “Banshee” e, mais recentemente, com “The Boys”, onde sua atuação gerou uma série de memes e GIFs. Os fãs têm se divertido imaginando como seria sua versão de Bond, com comentários irônicos nas redes sociais, como “Breast milk, squeezed not pumped”. Essa recepção reflete a habilidade dos fãs de conectar suas performances a outros papéis.
Os testes de elenco são cruciais, pois os produtores buscam talentos que possam ser moldados para o papel. Embora a performance de Starr tenha sido considerada estranha, a de Henry Cavill foi ainda mais criticada. Com um visual que não se encaixava no perfil de Bond, Cavill parecia hesitante e imaturo, como se estivesse apenas experimentando um traje. Os produtores, que sempre defenderam Daniel Craig como a escolha ideal, podem ter visto em Starr e Cavill opções de backup.
Curiosamente, a história de James Bond também inclui a rejeição inicial de Sean Connery para o papel. O autor Ian Fleming não o considerava adequado, mas sua performance em “Dr. No”, de 1962, mudou a percepção sobre ele. Assim, a busca por um novo 007 sempre foi repleta de surpresas e decisões arriscadas, refletindo a complexidade de trazer um personagem tão icônico à vida.
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