O Oscar 2025 está agendado para o primeiro domingo de março, mas as campanhas para os filmes indicados começam muito antes. Os estúdios investem entre 3 e 15 milhões de dólares em suas campanhas, com valores podendo chegar a 30 milhões de dólares, como foi o caso de “Roma”, vencedor em 2019. O filme “Ainda […]
O Oscar 2025 está agendado para o primeiro domingo de março, mas as campanhas para os filmes indicados começam muito antes. Os estúdios investem entre 3 e 15 milhões de dólares em suas campanhas, com valores podendo chegar a 30 milhões de dólares, como foi o caso de “Roma”, vencedor em 2019. O filme “Ainda Estou Aqui”, indicado a três categorias, está realizando uma campanha focada para a premiação.
As campanhas para o Oscar são divididas em três fases: a primeira ocorre entre a qualificação da produção e a divulgação da shortlist; a segunda se estende até o anúncio dos indicados; e a terceira abrange a votação final, encerrando-se antes do fechamento do processo. O período mais intenso de campanha acontece entre agosto e setembro, podendo durar até um ano.
Juliana Sakae, fundadora da Sakae International, destaca que as campanhas se baseiam em três pilares. O primeiro é o “tour da equipe e do filme”, que envolve exibições e entrevistas em locais estratégicos. O segundo pilar é a publicidade, que inclui anúncios em veículos renomados como The New York Times e Variety, além de campanhas em redes sociais. O terceiro pilar é a contratação de uma equipe especializada em relações públicas, que pode ser bastante cara e seletiva.
Embora o Oscar não cobre taxa de inscrição, uma campanha bem-sucedida requer investimentos significativos. Isso inclui custos com viagens, exibições, aluguel de espaços, hospedagem e alimentação. Juliana enfatiza que todos esses gastos devem ser considerados no orçamento da campanha, além do custo de publicidade em veículos de destaque.
Entre na conversa da comunidade