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Debate acirrado no Kotaku: Elden Ring é ou não um RPG?

- A equipe da Kotaku debateu sobre os melhores RPGs da última década, destacando títulos como Baldur’s Gate 3 e Disco Elysium. - A discussão incluiu a categorização de jogos como Elden Ring e Horizon Zero Dawn, revelando opiniões divergentes sobre o que define um RPG. - Alguns membros argumentaram que Soulslikes não são RPGs, enquanto outros defendem que Elden Ring se encaixa na categoria. - A conversa gerou reflexões sobre a subjetividade dos gêneros, com muitos afirmando que a definição de RPG é complexa e muitas vezes controversa. - A troca de ideias sugere que a categorização de jogos pode ser uma tarefa fútil, refletindo a diversidade de experiências dos jogadores.

A discussão sobre o que caracteriza um jogo de RPG (role-playing game) gerou um intenso debate entre os colaboradores do Kotaku. Enquanto alguns defendem que títulos como Elden Ring e Bloodborne devem ser considerados RPGs, outros argumentam que esses jogos pertencem a categorias diferentes, como action-adventure. Kenneth Shepard iniciou a conversa ao listar seus cinco […]

A discussão sobre o que caracteriza um jogo de RPG (role-playing game) gerou um intenso debate entre os colaboradores do Kotaku. Enquanto alguns defendem que títulos como Elden Ring e Bloodborne devem ser considerados RPGs, outros argumentam que esses jogos pertencem a categorias diferentes, como action-adventure. Kenneth Shepard iniciou a conversa ao listar seus cinco RPGs favoritos da última década, incluindo Baldur’s Gate 3, Persona 5 Royal e Disco Elysium, e pediu sugestões para completar a lista.

Entre as sugestões, Witcher 3 foi mencionada, mas Carolyn Petit argumentou que não se encaixa no período de avaliação. A discussão se intensificou com a inclusão de Horizon Zero Dawn, que, segundo John Walker, não deveria ser classificado como RPG. A troca de ideias revelou a complexidade de categorizar jogos, levando a reflexões sobre a definição de RPG e a evolução dos gêneros. Zachary Zwiezen e Ethan Gach trouxeram à tona a ideia de que muitos jogos contemporâneos possuem elementos de RPG, como diálogos e missões, mas isso não os torna necessariamente parte do gênero.

A conversa também abordou a saturação de termos de gênero, com John Walker lamentando a perda de significado de categorias como “aventura”. A definição de RPG foi debatida, com Ken afirmando que um jogo deve permitir a criação de personagens e a exploração de narrativas. Ethan Gach acrescentou que um RPG deve incluir elementos como escolhas narrativas e personalização de personagens, destacando que Elden Ring atende a esses critérios. A troca de opiniões culminou em uma reflexão sobre a natureza dos gêneros de jogos e a busca humana por categorização.

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