O Carnaval do Rio de Janeiro inicia nesta sexta-feira, 28, com a participação de oito agremiações da Série Ouro na Marquês de Sapucaí. As escolas Império Serrano, Unidos de Bangu e Unidos da Ponte desfilarão como hors-concours, devido a um incêndio que afetou suas fantasias, o que as impede de serem julgadas ou de ascender […]
O Carnaval do Rio de Janeiro inicia nesta sexta-feira, 28, com a participação de oito agremiações da Série Ouro na Marquês de Sapucaí. As escolas Império Serrano, Unidos de Bangu e Unidos da Ponte desfilarão como hors-concours, devido a um incêndio que afetou suas fantasias, o que as impede de serem julgadas ou de ascender ao Grupo Especial.
Entre as participantes, destaca-se o Botafogo Samba Clube, que faz sua estreia como a primeira escola ligada ao futebol a desfilar na Avenida. Com o enredo “Uma Gloriosa História em Preto e Branco”, a agremiação, que perdeu fantasias no incêndio, é liderada pelo carnavalesco Alex de Souza e pela rainha Malu Torres. Em 2024, conquistou o primeiro lugar na Série Prata, mas nunca venceu na Série Ouro.
Outra escola notável é a Arranco do Engenho de Dentro, gerida por mulheres e reconhecida por sua abordagem feminina no carnaval. Com o enredo “As mães que alimentam o sagrado”, a agremiação homenageia a fé e a resistência das mães. A presidente Diná Santos e a carnavalesca Annik Salmon lideram a escola, que ficou em 14º lugar em 2024, sem títulos na Série Ouro desde 1988.
A Estácio de Sá, a maior vencedora da Série Ouro, traz o enredo “O Leão Se Engerou em Encantado Amazônico”, que exalta a cultura indígena e a proteção da floresta. Com o carnavalesco Marcus Paulo e a rainha Tati Minerato, a escola ficou em 3º lugar em 2024, tendo vencido pela última vez em 2019. Outras agremiações, como a União de Maricá e a União da Ilha do Governador, também apresentam enredos que refletem a cultura e a história brasileira, prometendo um espetáculo vibrante e diversificado.
Entre na conversa da comunidade