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Anielle Franco celebra o candomblé no Sambódromo durante o Carnaval 2025

- A ministra Anielle Franco abriu a avenida com a Unidos de Padre Miguel. - O enredo deste ano destaca o primeiro terreiro de Candomblé do Brasil. - Franco enfatizou a luta contra intolerância religiosa e racismo no carnaval. - A inclusão de religiões afro-brasileiras foi celebrada como representatividade. - A ministra promete retornar ao Sambódromo com a Mangueira na segunda-feira.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, fez sua estreia no Sambódromo neste ano, abrindo a avenida com a Unidos de Padre Miguel. Ela retornará na manhã desta segunda-feira, 3, para acompanhar a Mangueira, a última escola a se apresentar. A Unidos de Padre Miguel, que não desfilava no Grupo Especial há 52 anos, trouxe […]

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, fez sua estreia no Sambódromo neste ano, abrindo a avenida com a Unidos de Padre Miguel. Ela retornará na manhã desta segunda-feira, 3, para acompanhar a Mangueira, a última escola a se apresentar. A Unidos de Padre Miguel, que não desfilava no Grupo Especial há 52 anos, trouxe o enredo “Egbé Iya Nassô. História do primeiro terreiro de Candomblé do Brasil”, ressaltando a ligação do Candomblé com a comunidade da Vila Vintém.

A presença de religiões de matriz afro-brasileira no desfile foi um dos temas centrais deste ano, e a ministra celebrou essa representatividade. Anielle Franco foi convidada para abrir o desfile do Grupo Especial, destacando a importância de combater a intolerância religiosa e o racismo. “É um retrato do que a gente tem passado para falar que não cabe intolerância religiosa, não cabe racismo, não cabe desrespeito”, afirmou.

A ministra expressou sua satisfação em ver a sociedade se engajando em um trabalho de conscientização sobre o respeito às diferentes crenças. “Estou feliz da gente ver que, cada vez mais, temos conseguido fazer um trabalho de letrar a sociedade para dizer que é preciso respeitar o Deus que eu cultuo, a minha fé, e vice-versa”, completou.

A participação de Anielle Franco no carnaval deste ano reflete um movimento crescente de valorização da diversidade cultural e religiosa no Brasil, promovendo um espaço de respeito e inclusão no cenário do samba.

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