A autora expressa sua obsessão por “Beleza Fatal”, uma novela que a cativou, mesmo após um período de desinteresse por produções televisivas. Ela menciona que, desde “Avenida Brasil”, não se sentia conectada a nenhuma novela, citando o cansaço em celebrar marcos como “a primeira Helena negra” ou “o primeiro beijo gay”. A crítica se estende […]
A autora expressa sua obsessão por “Beleza Fatal”, uma novela que a cativou, mesmo após um período de desinteresse por produções televisivas. Ela menciona que, desde “Avenida Brasil”, não se sentia conectada a nenhuma novela, citando o cansaço em celebrar marcos como “a primeira Helena negra” ou “o primeiro beijo gay”. A crítica se estende à representação de nordestinos e à presença de influenciadores em papéis que deveriam ser ocupados por artistas mais talentosos.
A autora revela que trocou sua indignação pela televisão por streaming, onde busca produções mais autênticas, como filmes e séries de países africanos e asiáticos. Essa mudança reflete sua busca por representações que ressoem mais com sua identidade e experiências. Ela destaca que essa escolha a afasta de debates que considera superficiais, como os de comentaristas que não refletem a diversidade cultural do Brasil.
No entanto, sua experiência com “Beleza Fatal” a fez retornar ao mundo das novelas, levando-a a se tornar uma #Lolover. A série a envolveu a tal ponto que agora se vê consumindo colunas de fofoca e perfis de celebridades, um contraste com sua anterior aversão ao conteúdo mainstream. A autora expressa sua frustração ao perceber que os capítulos finais da novela foram ao ar recentemente, deixando-a ansiosa sobre como lidará com a ausência da personagem Lola.
A narrativa destaca a complexidade da relação da autora com a televisão e a cultura pop, refletindo sobre a busca por representações mais significativas e a inevitável atração por histórias que, mesmo em um contexto criticado, conseguem capturar a atenção e o afeto do público.
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