Dris Bouissef-Rekab Luque, professor de língua espanhola e ex-preso político, lançou sua nova novela “Paquita en tierra de moros” em Madrid. A obra combina a biografia de sua mãe com a autobiografia do autor, explorando a dualidade cultural entre Marrocos e Espanha, além de abordar questões de memória histórica e crítica social. Até o momento, Luque havia escrito suas obras em francês, com apenas uma tradução para o espanhol.
Na novela, Luque narra a vida de sua mãe, uma mulher corajosa que enfrentou desafios por amor à sua família. A história se entrelaça com a trajetória do autor, que passou mais de treze anos na prisão por sua militância política. Ele destaca a importância da memória histórica, afirmando que um país sem essa consciência está “condenado a certa ignorância”. Luque critica a forma como a história de Marrocos é ensinada, ressaltando a necessidade de uma educação que promova reflexão e liberdade de pensamento.
Luque também compartilha suas experiências de vida, desde sua infância em Tetuán até seu exílio na Espanha. Ele menciona a tortura que sofreu durante sua prisão e como isso moldou suas convicções. O autor enfatiza que sua obra visa denunciar a situação social e educacional em Marrocos, onde a educação é utilizada para controlar a população, em vez de promover o aprendizado.
“Paquita en tierra de moros” representa um marco na carreira de Luque, sendo seu primeiro livro escrito em espanhol. Ele explica que a escolha do idioma se deve ao fato de que sempre se comunicou com sua mãe em espanhol, o que torna a obra ainda mais pessoal e significativa. A novela é um tributo a uma mulher que, apesar das adversidades, influenciou profundamente a vida de seu filho.
Dris Bouissef-Rekab Luque, professor de língua espanhola e ex-preso político, lançou sua nova novela “Paquita en tierra de moros” em Madrid. A obra, que combina a biografia de sua mãe com a autobiografia do autor, explora a dualidade cultural entre Marrocos e Espanha, além de abordar questões de memória histórica e crítica social. Até então, Luque havia escrito suas obras em francês, com apenas uma tradução para o espanhol.
Na novela, Luque narra a vida de sua mãe, uma mulher corajosa que enfrentou desafios por amor à sua família. A história se entrelaça com a trajetória do autor, que passou mais de treze anos na prisão por sua militância política. Ele destaca a importância da memória histórica, afirmando que um país sem essa consciência está “condenado a certa ignorância”. Luque critica a forma como a história de Marrocos é ensinada, ressaltando a necessidade de uma educação que promova reflexão e liberdade de pensamento.
Luque também compartilha suas experiências de vida, desde sua infância em Tetuán até seu exílio na Espanha. Ele menciona a tortura que sofreu durante sua prisão e como isso moldou suas convicções. O autor enfatiza que sua obra visa denunciar a situação social e educacional em Marrocos, onde a educação é utilizada para controlar a população, em vez de promover o aprendizado.
“Paquita en tierra de moros” representa um marco na carreira de Luque, sendo seu primeiro livro escrito em espanhol. Ele explica que a escolha do idioma se deve ao fato de que sempre se comunicou com sua mãe em espanhol, o que torna a obra ainda mais pessoal e significativa. A novela é um tributo a uma mulher que, apesar das adversidades, influenciou profundamente a vida de seu filho.
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