A série “Maria e o Cangaço” estreou no Disney+ em 4 de agosto de 2023, com Isis Valverde e Júlio Andrade nos papéis de Maria Bonita e Lampião. A produção é baseada no livro “Maria Bonita: Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço”, de Adriana Negreiros, que retrata a vida de Maria Gomes de Oliveira, a primeira mulher a se juntar a um grupo de cangaceiros. Maria Bonita, que era alfabetizada e ingressou no cangaço por escolha própria, enfrentou desafios ao viver entre a criminalidade e o desejo de ter uma vida familiar.
Em entrevista à CNN, Adriana Negreiros ressaltou que é incorreto romantizar o sofrimento das mulheres no cangaço, que frequentemente eram oprimidas e submetidas aos códigos masculinos. A autora também mencionou que, apesar das atrocidades, a presença feminina trouxe mudanças nas dinâmicas do cangaço, como a divisão de tarefas e a redução de abusos. A série busca retratar essas complexidades, mantendo a fidelidade à história de Maria Bonita, mesmo ao incluir elementos fictícios que poderiam ter ocorrido.
Negreiros afirmou que “Maria e o Cangaço” é bem-sucedida em garantir verossimilhança, mesmo ao contar eventos que não aconteceram. A série promete explorar a vida de Maria Bonita, que, apesar de ter sido assassinada aos 28 anos, deixou um legado que perdura até hoje. A produção destaca a importância da figura feminina no contexto do cangaço, abordando suas lutas e desafios de forma mais realista.
A série “Maria e o Cangaço” estreou no Disney+ em 4 de agosto de 2023, com Isis Valverde e Júlio Andrade nos papéis principais de Maria Bonita e Lampião. A produção, embora ficcional, é baseada no livro biográfico “Maria Bonita: Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço”, de Adriana Negreiros, que narra a história de Maria Gomes de Oliveira, a primeira mulher a se juntar a um grupo de cangaceiros.
Maria Bonita, que era alfabetizada e entrou no cangaço por escolha própria, viveu uma vida marcada por desafios, dividida entre a criminalidade e o desejo de uma vida familiar. Em entrevista à CNN, Negreiros enfatizou que é incorreto romantizar o sofrimento das mulheres no cangaço, que frequentemente eram oprimidas e submetidas aos códigos masculinos.
A autora também destacou que, apesar das atrocidades, a presença feminina trouxe mudanças nas dinâmicas do cangaço, como a divisão de tarefas e a redução de abusos. A série busca retratar essas complexidades, mantendo a fidelidade à história de Maria Bonita, mesmo ao incluir elementos fictícios que poderiam ter ocorrido.
Negreiros afirmou que “Maria e o Cangaço” é bem-sucedida em garantir verossimilhança, mesmo ao contar eventos que não aconteceram. A série promete explorar a vida de Maria Bonita, que, apesar de ter sido assassinada aos 28 anos, deixou um legado que perdura até hoje.
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