Marcantonio Brandolini d’Adda, conde veneciano de trinta e três anos, está revitalizando a marca Laguna B, conhecida pela cristaleria de Murano, que foi fundada por sua mãe, Marie. Ele se destaca por seu esforço em atrair um público mais jovem, implementando programas de residência para ensinar a técnica do sopro de vidro e iniciativas ambientais para proteger a laguna de Veneza. Brandolini, que se levanta ao amanhecer, trabalha diretamente na fabricação de peças de vidro, utilizando materiais reciclados de outros artesãos.
Após a morte de sua mãe em 2013, Brandolini assumiu a direção da empresa aos vinte e um anos. Embora o cristal não seja seu material favorito, ele aprecia liderar a companhia e comunicar seu valor. A marca, que anteriormente atendia a um público mais velho, agora busca conquistar jovens consumidores, oferecendo peças únicas e acessíveis, como copos e jarras, com preços que variam de R$ 135,00 a R$ 420,00.
Brandolini também se preocupa com a preservação do conhecimento sobre o sopro de vidro, que pode se perder com a morte dos mestres artesãos. Para isso, ele criou um programa de residência que atrai jovens de diversas partes do mundo para aprender a técnica em Murano. Além disso, lançou um projeto ambiental, chamado Vital, em parceria com a Universidade de Padua, para restaurar as marismas da laguna, essenciais para o ecossistema local.
O conde acredita que o turismo é vital para a economia de Veneza, mas defende um modelo de turismo sustentável, criticando os cruzeiros que impactam negativamente a cidade. Ele enfatiza a importância de atrair um turismo de qualidade, que respeite a cultura e o meio ambiente, ao mesmo tempo em que promove a tradição da cristaleria veneciana.
Marcantonio Brandolini d’Adda, conde veneciano de trinta e três anos, está revitalizando a marca Laguna B, famosa pela cristaleria de Murano, fundada por sua mãe, Marie. Ele se destaca por seu compromisso em atrair um público mais jovem, implementando programas de residência para ensinar o sopro de vidro e iniciativas ambientais para proteger a laguna de Veneza. Brandolini, que se levanta ao amanhecer, trabalha diretamente na fabricação de peças de vidro, utilizando materiais reciclados de outros artesãos.
Após a morte de sua mãe em 2013, Brandolini assumiu a direção da empresa aos vinte e um anos. Ele reconhece que, embora o cristal não seja seu material favorito, gosta de liderar a companhia e comunicar seu valor. A marca, que já foi associada a um público mais velho, agora busca conquistar jovens consumidores, oferecendo peças únicas e acessíveis, como copos e jarras, com preços que variam de R$ 135,00 a R$ 420,00.
Brandolini também se preocupa com a preservação do conhecimento sobre o sopro de vidro, que pode se perder com a morte dos mestres artesãos. Para isso, ele criou um programa de residência que atrai jovens de diversas partes do mundo para aprender a técnica em Murano. Além disso, lançou um projeto ambiental, chamado Vital, em parceria com a Universidade de Padua, para restaurar as marismas da laguna, essenciais para o ecossistema local.
O conde acredita que o turismo é vital para a economia de Veneza, mas defende um modelo de turismo sustentável, criticando os cruzeiros que impactam negativamente a cidade. Ele enfatiza a importância de atrair um turismo de qualidade, que respeite a cultura e o meio ambiente, ao mesmo tempo em que promove a tradição da cristaleria veneciana.
Entre na conversa da comunidade