Juliette lançou seu segundo álbum, “Risca faca”, em 17 de abril de 2025, e as críticas têm sido negativas. Os críticos apontam que as músicas são superficiais e comerciais, sem originalidade ou emoção. Colaborações, como a com J. Eskine na faixa “Cachaça e mel”, não trouxeram a autenticidade esperada. A produção, feita por Pedro Breder, é vista como padronizada. A faixa “Dopaminados” tem uma sensualidade artificial, e o dueto com Silva em “Labirinto” é considerado sem graça. Juliette também canta com Michele Andrade na faixa “Risca faca”, que é um forró, e “Me pega” tem influências do pagodão baiano com Márcio Victor. Apesar das tentativas de diversificação, as letras e interpretações carecem de profundidade. O álbum é voltado para festas, mas falta uma conexão emocional nas músicas, levantando dúvidas sobre a identidade musical da artista.
Juliette lançou seu segundo álbum de estúdio, “Risca faca”, em 17 de abril de 2025. O trabalho, que segue uma série de singles, tem sido alvo de críticas negativas, apontando a falta de originalidade e emoção nas faixas.
As dez músicas do álbum foram descritas como superficiais e comerciais. As colaborações, como a com J. Eskine na faixa “Cachaça e mel”, não conseguiram trazer a autenticidade esperada. A produção, sob a responsabilidade de Pedro Breder, foi considerada padronizada e sem alma.
A faixa “Dopaminados” apresenta uma sensualidade artificial, enquanto o dueto com Silva em “Labirinto” é visto como insípido. Críticos destacam que a presença de Silva não resgata a vitalidade que o álbum necessita. A proposta de fazer música para entretenimento é válida, mas a qualidade das composições é questionada.
Juliette também se une a Michele Andrade na faixa-título “Risca faca”, que segue a linha do forró. A música “Me pega” traz influências do pagodão baiano, com a participação de Márcio Victor. Apesar das tentativas de diversificação, a falta de profundidade nas letras e na interpretação é evidente.
O álbum é caracterizado como um produto voltado para festas, mas a crítica ressalta que falta uma voz vibrante e uma conexão emocional nas músicas. A superficialidade das faixas levanta preocupações sobre a identidade musical da artista, que parece diluída em uma fórmula comercial.
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