O mercado de arte está enfrentando dificuldades em 2025, de acordo com o relatório “Art Market Trends 2025”. A pesquisa, feita pela plataforma Artsy, ouviu mais de 384 profissionais de galerias e comerciantes de arte em sessenta países. A maioria, cerca de 75%, citou a incerteza econômica como um grande problema, e 60% estão preocupados com a mudança no comportamento dos colecionadores e a queda na demanda. Embora as compras online tenham aumentado, muitas galerias ainda não adotaram práticas claras e educativas, o que gera um descompasso com o que os colecionadores esperam. Quarenta e três por cento dos galeristas planejam investir mais em vendas online, mas apenas 19% se consideram atualizados em tecnologia. Além disso, mais da metade não fez melhorias em transparência no último ano. O relatório também mostrou que quase 60% dos colecionadores compraram arte online em 2024, e 73% deles mantiveram ou aumentaram seus gastos. Entre os mais jovens, 71% compraram online e 80% aumentaram seus gastos. No entanto, apenas 44% das galerias mostram preços em seus sites, e 25% ainda pedem que os compradores consultem o preço. A falta de conteúdo educativo é um problema, pois 46% dos colecionadores querem informações sobre história da arte e técnicas, mas apenas 15% das galerias oferecem isso. O preço é uma barreira, com 78% hesitando em comprar por considerarem as obras caras. As galerias tentam alcançar compradores internacionais, mas muitos colecionadores sentem que o mercado local não atende suas necessidades. A distância média entre compradores e vendedores na plataforma Artsy é superior a 2.500 milhas, mostrando um mercado mais global, mas menos pessoal. Com uma queda de 25% nas vendas em leilões públicos em 2024, as galerias buscam novas maneiras de fortalecer seus negócios, mas ainda estão se adaptando.
O mercado de arte enfrenta um cenário desafiador em 2025, conforme aponta o relatório “Art Market Trends 2025”. A pesquisa, realizada pela plataforma online Artsy, entrevistou mais de 384 profissionais de galerias e comerciantes de arte em sessenta países. Cerca de 75% dos entrevistados mencionaram a incerteza econômica como um grande obstáculo, enquanto 60% expressaram preocupação com a mudança no comportamento dos colecionadores e a queda na demanda.
Apesar do aumento nas compras online, muitas galerias ainda não implementaram práticas transparentes e educativas, criando um descompasso com as expectativas dos colecionadores. Quarenta e três por cento dos galeristas planejam investir mais em vendas online, mas apenas 19% se consideram líderes em tecnologia. Além disso, mais da metade não fez melhorias em transparência no último ano.
O relatório também revelou que quase 60% dos colecionadores compraram arte online em 2024, com 73% deles mantendo ou aumentando seus gastos em comparação ao ano anterior. Entre os colecionadores mais jovens, 71% realizaram compras online, e 80% aumentaram seus gastos. No entanto, apenas 44% das galerias exibem preços para todas as obras em seus sites, e 25% ainda exigem que os compradores consultem o preço.
A falta de conteúdo educativo é um ponto crítico. Quase 46% dos colecionadores valorizam informações sobre história da arte e técnicas, mas apenas 15% das galerias priorizam esse tipo de engajamento. O preço também é uma barreira significativa: 78% hesitaram em comprar uma obra por considerá-la cara, e 52% desistiram por acharem o preço excessivo.
A pesquisa indica que as galerias estão tentando alcançar compradores internacionais, mas a maioria dos colecionadores sente que o mercado local não atende suas necessidades. A distância média entre compradores e vendedores na plataforma Artsy é superior a 2.500 milhas, evidenciando um mercado cada vez mais global, mas menos pessoal. Com a queda de 25% nas vendas em leilões públicos em 2024, as galerias buscam alternativas para fortalecer seus negócios, mas permanecem em um estado de transição, sem clareza sobre como se adaptar.
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