O Bank of America Art Conservation Project, criado em 2010, ajuda a preservar obras de arte e arquitetura. Neste ano, 16 instituições culturais, como a Rothko Chapel em Houston e a Barnes Foundation em Filadélfia, receberam novas bolsas para conservação. Desde o início do projeto, mais de 275 bolsas foram concedidas em 40 países para restaurar pinturas, esculturas e outros artefatos. Brian Siegel, executivo da Bank of America, destacou que a arte é importante para a história e a criatividade das pessoas, mas também é vulnerável ao tempo. O trabalho de conservação é feito por especialistas, levando em conta as necessidades de cada obra.
O Bank of America Art Conservation Project anunciou a concessão de novas bolsas para dezessete instituições culturais em 2025, incluindo a Rothko Chapel em Houston e a Barnes Foundation em Filadélfia. Desde sua criação em 2010, o projeto já concedeu mais de 275 bolsas em 40 países, visando a preservação de obras de arte, arquitetura e artefatos arqueológicos.
O programa tem como objetivo proteger a criatividade e a história refletidas nas obras de arte, que são vulneráveis ao tempo. Brian Siegel, executivo global de Artes, Cultura e Patrimônio do Bank of America, destacou que a colaboração com instituições culturais de renome é essencial para garantir a conservação dessas obras para as futuras gerações.
As concessões deste ano incluem projetos de restauração que atendem às necessidades específicas de cada peça. Entre as obras já restauradas em edições anteriores estão criações de artistas como Claude Monet, Vincent van Gogh, Sam Gilliam e Jenny Holzer. A lista completa dos beneficiados em 2025 será divulgada em breve, reforçando o compromisso do projeto com a preservação artística global.
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