Os live-actions de “Lilo e Stitch” e “Como Treinar Seu Dragão”, além da nova animação “Elio” da Pixar, vão estrear na China, mesmo com as tensões entre os governos dos EUA e da China. O filme “Thunderbolts” também foi lançado recentemente no país sem problemas. A Administração Chinesa de Cinema não comentou sobre essas estreias, mas o governo chinês já havia anunciado que reduziria a importação de filmes americanos como resposta às tarifas elevadas impostas pelos EUA. A China é um mercado importante para o cinema, e muitos filmes de Hollywood fazem sucesso por lá, arrecadando mais do que nos Estados Unidos. A disputa entre os mercados chinês e americano é intensa, e a China busca diminuir a influência cultural do Ocidente, incluindo no cinema.
Os live-actions de Lilo e Stitch e Como Treinar Seu Dragão, além da nova animação Elio da Pixar, foram confirmados para estrear na China, mesmo em meio a tensões políticas entre os Estados Unidos e a China. A informação foi divulgada pela Bloomberg. O filme Thunderbolts, do Marvel Studios, também estreou recentemente no país sem restrições.
O governo chinês impôs restrições à importação de filmes americanos como resposta a tarifas elevadas estabelecidas pelos EUA. A Administração Chinesa de Cinema (ACC) anunciou, no início de abril, que as decisões dos Estados Unidos “inevitavelmente vão reduzir a preferência do público por filmes americanos”. O órgão classificou as tarifas como abusivas e afirmou que a China reduzirá moderadamente a importação de produções dos EUA.
A China é o segundo maior mercado cinematográfico do mundo, e muitos filmes de Hollywood têm obtido sucesso significativo no país, arrecadando mais do que em seu mercado de origem. Exemplos incluem Need for Speed e Kung Fu Panda 3. O mercado chinês compete com o americano em termos de bilheteira, e produções locais, como Ne Zha 2, alcançaram arrecadações superiores a US$ 2 bilhões.
As tensões comerciais entre os dois países começaram quando o ex-presidente Donald Trump anunciou um pacote de tarifas. A China, uma das economias que mais cresce, respondeu com suas próprias tarifas, afetando a importação de produtos, incluindo filmes. Desde a ascensão de Xi Jinping, o governo tem buscado reduzir a influência cultural ocidental, incluindo no cinema.
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