No capítulo 1147 de One Piece, os Cavaleiros Sagrados revelam seu plano para dominar Elbaf, sequestrando crianças gigantes como reféns para forçar os gigantes a se unirem ao Governo Mundial. Eles ameaçam matar as crianças se os gigantes não obedecerem suas ordens, como queimar a Escola de Morsas e a Biblioteca das Corujas. O objetivo é usar os gigantes como “escravos em batalha” em uma guerra que se aproxima. A situação se intensifica quando Loki se recusa a se juntar aos Cavaleiros, levando Shamrock a convocar outros membros para pressionar ainda mais. O Governo Mundial quer controlar Elbaf e os gigantes, pois sua participação na guerra pode influenciar muito o resultado.
O capítulo 1147 do mangá *One Piece* revela os planos dos Cavaleiros Sagrados em Elbaf. Os Cavaleiros sequestraram crianças gigantes como reféns para forçar os gigantes a jurar lealdade ao Governo Mundial. O objetivo é transformá-las em “escravos em batalha” para uma guerra iminente.
Os Cavaleiros Sagrados, liderados por St. Sommers, ameaçam os gigantes com a morte das crianças caso não obedeçam suas ordens. Sommers exige que os gigantes queimem a Escola de Morsas e a Biblioteca das Corujas. Essa estratégia visa garantir que os gigantes se unam ao Governo Mundial na próxima guerra, que promete ser devastadora.
A resistência dos gigantes, especialmente de Loki, é um ponto central na narrativa. Quando Loki se recusa a se aliar aos Cavaleiros, Shamrock muda de tática e convoca Sommers e Killingham. O plano dos Cavaleiros Sagrados é mais insidioso do que se imaginava, com a intenção de escravizar as crianças e usá-las como armas.
Os capítulos recentes também revelam que o Governo Mundial deseja controlar Elbaf e os gigantes devido ao impacto que eles terão na guerra profetizada. Gunko, um dos Cavaleiros, afirma que a escolha dos gigantes influenciará o resultado do conflito global. A situação em Elbaf se torna cada vez mais crítica, com os gigantes enfrentando uma pressão intensa para se submeter ao Governo Mundial.
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