Brooklin A. Soumahoro é um artista que se mudou de Paris para Los Angeles em 2019 e é conhecido por suas pinturas vibrantes. Ele apresentou sua nova coleção na exposição “The Open Window” na galeria François Ghebaly, inspirada em suas viagens ao sul da França e nas obras de Henri Matisse. Soumahoro, que é autodidata, combina teoria das cores com influências de design têxtil africano. Ele descreve o processo de pintura como semelhante ao ciclismo, onde cada pincelada é como um pedalada em uma subida. Suas obras têm paletas brilhantes e padrões dinâmicos, criando uma experiência visual que convida os espectadores a mergulhar nelas. Ele também estuda a relação entre cores e ritmos musicais, usando isso para guiar suas composições. A nova coleção inclui cores saturadas que lembram a paleta fauvista de Matisse, refletindo sua apreciação pela história da arte.
Brooklin A. Soumahoro, artista autodidata, apresentou sua nova coleção na exposição solo “The Open Window” na galeria François Ghebaly, em Los Angeles. A mostra, que ocorreu no ano passado, foi inspirada por suas viagens ao sul da França e pelas obras de Henri Matisse.
Soumahoro, que se mudou de Paris para Los Angeles em dois mil e dezenove, é conhecido por suas pinturas vibrantes que combinam teoria da cor e influências do design têxtil africano. Em seu estúdio, ele compara o processo de criação de suas obras à prática do ciclismo, enfatizando a importância da paciência e da disciplina. “É sobre colocar uma pincelada de cada vez”, afirma.
O artista utiliza uma paleta de cores brilhantes e padrões dinâmicos, transformando suas telas em portais que convidam o espectador a mergulhar. Ele explica que a escolha das cores é tanto emocional quanto intuitiva, enquanto a pesquisa de padrões é um processo mais cerebral. Soumahoro também se inspira em sinestesia, associando ritmos musicais a cores e padrões em suas obras.
Influências de Matisse
A coleção mais recente de Soumahoro, “Window, Pnk/Prl.1.24 (2024)”, apresenta pigmentos saturados que evocam a paleta fauvista de Matisse. A obra reflete a influência do famoso quadro “Open Window, Collioure” de mil novecentos e cinco, que é um marco na história do modernismo. Soumahoro destaca a importância de entender a arte do passado para apreciar o presente, afirmando: “Mantenha a mente aberta para o ontem, para entender o hoje”.
A exposição de Soumahoro não apenas celebra sua trajetória artística, mas também homenageia a rica herança da pintura a óleo, mostrando como ele integra suas experiências pessoais e referências históricas em sua arte contemporânea.
Entre na conversa da comunidade