A ópera “Matraga”, inspirada no conto “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” de Guimarães Rosa, teve sua pré-estreia em Cordisburgo e fez sucesso em Belo Horizonte, atraindo mais de 5 mil espectadores. Com direção musical de Ligia Amadio e cênica de Rita Clemente, a produção conta com o Coral Lírico de Minas Gerais e a Cia de Dança Palácio das Artes. A obra, que é dividida em três atos e tem música e libreto de Rufo Herrera, explora a luta interna de Augusto Matraga entre sua religiosidade e sua natureza violenta. No conto, Matraga é um fazendeiro que, após perder tudo e ser traído, busca redenção e um lugar no céu, enfrentando seus próprios demônios. A ópera está em cartaz até 20 de maio no Palácio das Artes, em Belo Horizonte.
A ópera Matraga, inspirada no conto “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” de Guimarães Rosa, está em cartaz no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em Belo Horizonte (MG), até 20 de maio. A produção, com direção musical de Ligia Amadio e cênica de Rita Clemente, já teve uma pré-estreia bem-sucedida em Cordisburgo, terra do autor, e atraiu mais de 5 mil espectadores em Belo Horizonte.
A ópera, composta por três atos, conta com libreto e música de Rufo Herrera. A narrativa aborda a complexa dualidade de Augusto Matraga, um fazendeiro que oscila entre a religiosidade e a violência. No conto, Matraga, um homem poderoso, perde tudo por causa de sua natureza violenta e, após ser traído e emboscado, busca redenção através da fé.
O presidente da Fundação Clóvis Salgado, Sérgio Rodrigo Reis, descreve a obra como um espetáculo ousado e contemporâneo, que reflete a genialidade de Guimarães Rosa. A montagem conta com a participação do Coral Lírico de Minas Gerais e da Cia de Dança Palácio das Artes, enriquecendo a experiência cênica.
Os horários das apresentações são: 17 de maio (sábado), às 19h; 18 de maio (domingo), às 18h; e 19 e 20 de maio (segunda e terça-feira), às 20h. Os ingressos variam de R$ 60,00 a inteira. A produção promete uma imersão na rica cultura mineira, destacando a relevância da obra de Rosa na música e na dramaturgia contemporânea.
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