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Literatura une obsessão e forma para expressar o inefável, afirma María Negroni na Flip

María Negroni participará da Flip 2025, onde seu livro "O Coração do Dano" terá nova edição, ampliando sua visibilidade no Brasil.

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A escritora argentina María Negroni participará da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2025, que acontecerá de 30 de julho a 3 de agosto e homenageará o poeta Paulo Leminski, que é admirado por Negroni. Ela é autora de “O Coração do Dano”, que terá uma nova edição no Brasil, onde sua obra ainda é pouco conhecida, com apenas dois livros publicados: “A Arte do Erro” e “O Coração do Dano”. Negroni é reconhecida por sua escrita que mistura ensaios, poesia e ficção, e em “O Coração do Dano” ela fala sobre sua relação com a mãe, explorando temas como culpa e autoexame. A obra é uma reflexão sobre maternidade e orfandade, apresentada de forma fragmentada. Além de Negroni, outros autores confirmados para o festival incluem Sandro Veronesi, Dolores Reyes, Dahlia de la Cerda, Lilia Guerra, Lilian Sais e Sérgio Vaz. A participação de Negroni é uma chance para que mais leitores brasileiros conheçam sua literatura.

A escritora argentina María Negroni foi confirmada como uma das participantes da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2025, que ocorrerá entre 30 de julho e 3 de agosto. O festival homenageará o poeta Paulo Leminski, figura admirada por Negroni, que também é mencionada em seu livro O Coração do Dano.

Negroni, nascida em 1951 em Rosário, possui uma obra respeitada, mas ainda pouco conhecida no Brasil, com apenas dois livros publicados: A Arte do Erro (2022) e O Coração do Dano (2023). A nova edição deste último ganhará uma nova capa, ampliando sua visibilidade no país.

A Obra de Negroni

A autora é reconhecida por sua escrita que mistura ensaios, poesia e ficção, frequentemente em uma estrutura fragmentada. Em O Coração do Dano, Negroni explora sua relação com a mãe, abordando temas como culpa e autoexame. Ela descreve o livro como uma “fantasmagoria”, um inventário de memórias e diálogos com a figura materna.

Negroni explica que sua intenção não é narrar um passado linear, mas sim explorar “fendas psíquicas”. A obra é uma reflexão sobre a maternidade e a orfandade, onde a autora busca expressar suas experiências de forma fragmentada, criando um “coro” de vozes que dialogam com sua história.

Participação na Flip 2025

Além de Negroni, outros autores já confirmados para a Flip 2025 incluem o italiano Sandro Veronesi, a argentina Dolores Reyes, a mexicana Dahlia de la Cerda e os brasileiros Lilia Guerra, Lilian Sais e Sérgio Vaz. A presença de Negroni no festival é uma oportunidade para que mais leitores brasileiros conheçam sua obra e sua singularidade literária.

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