Três obras de arte antigas, que se pensava terem sido saqueadas, foram devolvidas ao Iraque pelo Museu Metropolitano de Arte. Essa devolução aconteceu após investigações sobre o tráfico de artefatos culturais, envolvendo o negociante Robin Symes, que faleceu em 2023. Os itens devolvidos incluem um vaso sumério de alabastro, datado de cerca de 2600 a 2500 a.C., e duas esculturas cerâmicas babilônicas, uma cabeça masculina e uma feminina, datadas de 2000 a 1600 a.C. O vaso foi doado ao Met em 1989, enquanto as cabeças foram adquiridas em 1972 e 1989. A investigação levou à apreensão de 135 peças, avaliadas em 58 milhões de dólares, que teriam sido traficadas por Symes. O embaixador do Iraque nos Estados Unidos elogiou a colaboração com o Met e o gabinete do promotor de Manhattan, que conduziu a investigação. O diretor do Met reafirmou o compromisso do museu com a coleta responsável e a preservação cultural.
Três obras de arte antigas, que se acreditava serem saqueadas, foram devolvidas ao Iraque pelo Museu Metropolitano de Arte (Met) nesta segunda-feira, 20. A devolução é resultado de investigações sobre o tráfico de artefatos culturais, incluindo o negociante Robin Symes.
As obras, que estavam na coleção do Met, foram recuperadas após investigações do gabinete do promotor distrital de Manhattan. Symes, que faleceu em 2023, era suspeito de envolvimento no tráfico ilegal de antiguidades. A cerimônia de devolução ocorreu no centro de Manhattan, com a presença de representantes do Met e do governo iraquiano.
Entre os artefatos devolvidos estão um vaso sumério de alabastro datado de cerca de 2600 a 2500 a.C. e duas esculturas cerâmicas babilônicas, uma cabeça masculina e uma feminina, datadas de 2000 a 1600 a.C. O vaso foi doado ao Met em 1989, enquanto as cabeças foram adquiridas em 1972 e 1989, respectivamente. A investigação revelou que esses itens foram traficados por Symes.
A unidade de combate ao tráfico de antiguidades do gabinete do promotor apreendeu os três artefatos no início deste ano. O promotor distrital de Manhattan, Alvin L. Bragg Jr., destacou que a investigação resultou na apreensão de 135 peças, avaliadas em US$ 58 milhões, que teriam sido traficadas por Symes.
O embaixador do Iraque nos Estados Unidos, H.E. Nazar Al Khirullah, elogiou a parceria com o Met e o gabinete do promotor, ressaltando a importância da recuperação do patrimônio cultural iraquiano. Max Hollein, diretor do Met, reafirmou o compromisso do museu com a coleta responsável e a preservação cultural, destacando os esforços para investigar sua coleção.
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