A pianista Clara Sverner, de 89 anos, vai lançar um novo álbum chamado “Twelve Waltzes” em agosto. Ela é conhecida por sua intensa agenda de recitais e pela colaboração com seu filho, Muti Randolph, que fez a arte da capa do disco. Clara se inspirou ao tocar a valsa nº 7 de Chopin, sentindo uma mistura de melancolia e ritmo. Isso a levou a gravar várias valsas, incluindo composições de Chopin, Sibelius, Mignonne, Debussy, Ronaldo Miranda e Cristovam Bastos. Ela diz que entregou sua alma ao interpretar essas músicas.
Aos 89 anos, a pianista Clara Sverner anuncia o lançamento de seu novo álbum, “Twelve Waltzes”, previsto para agosto. O trabalho é inspirado em suas emoções ao tocar a valsa nº 7 de Chopin e inclui composições de outros renomados compositores.
A arte da capa do álbum é uma colaboração com seu filho, o artista visual Muti Randolph. Clara compartilha que a ideia de gravar valsas surgiu enquanto tocava Chopin em casa. “Sentia uma certa melancolia entremeada ao ritmo de valsa. Percebi que era o que mais me tocava e importava”, revela a pianista.
O álbum reúne obras de grandes nomes da música clássica, como a Valsa Triste de Sibelius e La plus que lente de Debussy. “Entreguei minha alma ao interpretá-las”, afirma Clara, que continua a manter uma agenda intensa de recitais e produção musical.
Com uma carreira marcada por colaborações e performances memoráveis, Clara Sverner se destaca como uma das pianistas mais respeitadas do Brasil. O novo álbum promete trazer uma nova perspectiva sobre as valsas, refletindo suas experiências e emoções ao longo da vida.
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