O fotógrafo Mischa Haller, conhecido por capturar a vida noturna em Londres, lançou um novo livro chamado “Not Going Home”. O livro mostra suas fotos de jovens que saem de festas após o fechamento dos clubes, retratando a madrugada em várias cidades britânicas. Haller passou um ano fotografando pessoas entre cinco e sete da manhã em lugares como Vauxhall, Brixton, Brighton, Leeds, Cardiff e Edimburgo. Ele busca mostrar momentos em que as pessoas não estão no controle, criando empatia em vez de zombar delas. Haller se inspirou em Martin Parr e acredita que eventos como o atentado de 11 de setembro e a chegada do iPhone mudaram a forma como vivemos, tornando a vida mais rápida e digital.
O fotógrafo Mischa Haller, conhecido por seu trabalho na captura da vida noturna, lançou o livro “Not Going Home”. A obra reúne fotografias de jovens após o fechamento de clubes em várias cidades britânicas, como Londres, Brighton e Edimburgo.
Haller, de 54 anos, dedicou um ano a registrar esses momentos entre cinco e sete da manhã. Ele busca retratar a vulnerabilidade das pessoas em situações informais, sem intenção de zombar, mas sim de gerar empatia. O fotógrafo se inspira em Martin Parr e destaca a transformação da vida social com a chegada do iPhone e os eventos de 11 de setembro de 2001.
As imagens mostram jovens em locais como Vauxhall, Brixton, Cardiff e Leeds, em ambientes que vão de ruas a lanchonetes. Haller descreve o ato de entrar em um clube como uma decolagem, enquanto o momento pós-festa é comparado a uma aterrissagem, onde a resistência de cada um determina a duração da experiência.
O livro, publicado pelo British Culture Archive, reflete sobre a cultura da madrugada e a busca por momentos de autenticidade em um mundo cada vez mais digital. Haller observa que, na era do “tardeo”, as saídas noturnas se tornaram mais breves, mas ainda assim, são ricas em experiências.
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