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Museu permite que visitantes toquem e interajam com os objetos expostos

V&A Storehouse East abre em Londres em 31 de maio, permitindo acesso a 250.000 objetos raros e experiências interativas.

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A partir de 31 de maio, o V&A Storehouse East, um novo espaço do Museu Victoria and Albert em Londres, abrirá para o público. Os visitantes poderão ver e tocar em mais de 250.000 objetos, incluindo peças raras, em um ambiente inovador. O projeto levou mais de 10 anos para ser finalizado e foi criado pelo estúdio Diller Scofidio + Renfro. O espaço tem quatro andares, com três acessíveis ao público, e exibirá itens que vão de frescos romanos a roupas de designers famosos como Schiaparelli e Vivienne Westwood. A curadora Georgina Haseldine explica que o objetivo é mostrar como as coleções são armazenadas e conservadas, já que normalmente apenas 3% dos itens de um museu estão em exibição. Entre as peças que voltarão a ser vistas estão o teto Altamira, do século XV, e uma recriação de Picasso. Os visitantes poderão tocar em algumas peças, agendando horários no Centro de Pesquisa, onde conservadores ensinarão como manuseá-las. O espaço mantém controle de temperatura e umidade para preservar os objetos, e a diretora de conservação, Kate Parsons, destaca que essas coleções pertencem ao público, oferecendo uma grande oportunidade de acesso.

A partir de 31 de maio, o V&A Storehouse East, um novo espaço do Museu Victoria and Albert em Londres, abrirá suas portas ao público. Os visitantes poderão explorar mais de 250.000 objetos, incluindo obras raras e significativas, em um ambiente inovador que desafia as convenções tradicionais dos museus.

O projeto, que levou mais de 10 anos para ser concluído, visa transformar a experiência museológica. O espaço, projetado pelo estúdio americano Diller Scofidio + Renfro, possui quatro andares, dos quais três estarão acessíveis ao público. Os visitantes poderão ver de perto itens que vão desde frescos romanos até modas avant-garde de designers renomados como Schiaparelli e Vivienne Westwood.

Acesso e Interação

Georgina Haseldine, curadora sênior do V&A East Storehouse, destaca que o objetivo é permitir que o público entenda como uma coleção é armazenada e conservada. O espaço oferece uma visão do trabalho interno do museu, onde itens que antes estavam escondidos agora podem ser apreciados. Elizabeth Diller, co-fundadora do estúdio responsável pelo projeto, afirma que apenas 3% das coleções de um museu estão em exibição normalmente, e que o V&A está mudando essa realidade.

Entre os itens que serão exibidos, estão obras que não eram vistas há décadas, como o teto Altamira, datado do final do século XV, e uma recriação de Picasso que não era mostrada há mais de dez anos. O ambiente foi descrito como um “grande IKEA artesanal”, onde a disposição dos objetos é feita de forma a criar uma experiência única e envolvente.

Experiência do Visitante

Os visitantes poderão tocar em algumas peças, desde que reservem um horário no Centro de Pesquisa do Storehouse. O espaço conta com conservadores que ensinarão como manusear adequadamente os itens. A demanda já é alta, com pedidos de diversos públicos, incluindo noivas em busca de inspiração para vestidos. O vestido de Cristobal Balenciaga de 1957 é um dos itens mais solicitados.

A temperatura e a umidade do espaço são controladas para garantir a preservação dos objetos, seguindo padrões internacionais. A diretora de conservação, Kate Parsons, afirma que a equipe está confiante na robustez dos itens expostos, ressaltando que essas coleções pertencem ao público e que é uma oportunidade incrível de acesso.

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